Fabíola Sinimbú
Fotos: Rovena Rosa
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - A 4ª Conaes (Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária) terminou neste sábado (16/08), no Centro de Treinamento da CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria), em Luziânia/GO, com a aprovação de 80 propostas de políticas públicas que serão entregues ao Governo Federal.
O setor envolve iniciativas que adotam um modelo de autogestão baseado no cooperativismo, na solidariedade e no comércio justo.
O encontro foi aberto na quarta-feira (13/08) e marcou a retomada da iniciativa de participação social interrompida desde 2014, quando foi elaborado o 1º Plano Nacional de Economia Popular e Solidária.
Segundo o secretário nacional de Participação Social, Renato Simões, além de promover uma atualização do Plano Nacional de Economia Popular e Solidária, a retomada do Conaes faz parte da Estratégia Nacional de Participação Social, que, desde 2023, restabeleceu 100 conselhos nacionais e retomou 28 conferências realizadas no país com o objetivo de ouvir a população.
“Foi um processo muito rico de reconstrução dessa participação desde a base até o plano nacional, na reconstrução das políticas públicas”, afirmou durante o encerramento do encontro.
O 4º Conaes sintetizou os debates e as sugestões apresentadas nas etapas preparatórias, quando foram realizadas 185 conferências locais, 27 estaduais e 14 temáticas e envolveram a participação de 6 mil pessoas de 1.584 municípios.
As propostas aprovadas foram organizadas em quatro eixos temáticos:
* Produção, comercialização e consumo;
* Financiamento, crédito e finanças públicas;
* Educação, formação e assessoramento técnico;
* Ambiente institucional, legislação, gestão e integração de políticas públicas.
Entre as demandas apresentadas estão a criação de um Ministério da Economia Popular e Solidária, de centros públicos de economia solidária nos municípios e territórios, além de um Programa Nacional de Feiras da Economia Popular Solidária.
As demandas preveem ainda um Sistema Nacional de Finanças Solidárias e um Fundo Rotativo Nacional de Economia Solidária, além da destinação de no mínimo 0,1% do Orçamento público para contratação de assistência técnica, formação de educadores e outras iniciativas de apoio ao modelo de autogestão.
A plenária final aprovou também 17 Moções a serem integradas no relatório da Conferência e encaminhadas aos órgãos citados.
Siga o perfil do Blog do Teófilo no Facebook
Fotos: Rovena Rosa
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - A 4ª Conaes (Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária) terminou neste sábado (16/08), no Centro de Treinamento da CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria), em Luziânia/GO, com a aprovação de 80 propostas de políticas públicas que serão entregues ao Governo Federal.
O setor envolve iniciativas que adotam um modelo de autogestão baseado no cooperativismo, na solidariedade e no comércio justo.
O encontro foi aberto na quarta-feira (13/08) e marcou a retomada da iniciativa de participação social interrompida desde 2014, quando foi elaborado o 1º Plano Nacional de Economia Popular e Solidária.
Segundo o secretário nacional de Participação Social, Renato Simões, além de promover uma atualização do Plano Nacional de Economia Popular e Solidária, a retomada do Conaes faz parte da Estratégia Nacional de Participação Social, que, desde 2023, restabeleceu 100 conselhos nacionais e retomou 28 conferências realizadas no país com o objetivo de ouvir a população.
“Foi um processo muito rico de reconstrução dessa participação desde a base até o plano nacional, na reconstrução das políticas públicas”, afirmou durante o encerramento do encontro.
O 4º Conaes sintetizou os debates e as sugestões apresentadas nas etapas preparatórias, quando foram realizadas 185 conferências locais, 27 estaduais e 14 temáticas e envolveram a participação de 6 mil pessoas de 1.584 municípios.
As propostas aprovadas foram organizadas em quatro eixos temáticos:
* Produção, comercialização e consumo;
* Financiamento, crédito e finanças públicas;
* Educação, formação e assessoramento técnico;
* Ambiente institucional, legislação, gestão e integração de políticas públicas.
Entre as demandas apresentadas estão a criação de um Ministério da Economia Popular e Solidária, de centros públicos de economia solidária nos municípios e territórios, além de um Programa Nacional de Feiras da Economia Popular Solidária.
As demandas preveem ainda um Sistema Nacional de Finanças Solidárias e um Fundo Rotativo Nacional de Economia Solidária, além da destinação de no mínimo 0,1% do Orçamento público para contratação de assistência técnica, formação de educadores e outras iniciativas de apoio ao modelo de autogestão.
A plenária final aprovou também 17 Moções a serem integradas no relatório da Conferência e encaminhadas aos órgãos citados.
Siga o perfil do Blog do Teófilo no Facebook
Comentários
Postar um comentário