Agência Brasil
Foto: Valter Campanato
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), permitiu, em decisão publicada neste domingo (23/11), a visita da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal, onde Bolsonaro está preso preventivamente desde a manhã deste sábado (22/11).
A visita pode ser feita entre 15 horas e 17 horas (de Brasília/DF).
A defesa do réu solicitou também a visita dos filhos ao ex-presidente, mas segundo Moraes, como não informou quais filhos, o pedido não foi concedido.
A defesa, de acordo com o magistrado, deve complementar o pedido.
Bolsonaro passará por audiência de custódia neste domingo. A audiência será feita na própria Superintendência, por videoconferência. Segundo o STF, o vídeo não será divulgado.
O Tribunal informou ainda que o prazo para a defesa do ex-presidente se manifestar a respeito da violação da tornozeleira eletrônica termina neste domingo (23/11) às 16h30min (de Brasília/DF).
Bolsonaro foi preso preventivamente pela Polícia Federal neste sábado (22/11), após determinação de Moraes.
Na decisão, o ministro do STF citou eventual risco de fuga diante da tentativa de Bolsonaro de violar a tornozeleira eletrônica e da vigília convocada pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), nas proximidades da casa onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar.
Na sexta-feira (21/11), véspera da prisão do ex-presidente, ele usou uma solda para tentar abrir a tornozeleira eletrônica, o que gerou alerta para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal, responsável pelo monitoramento do equipamento.
O ministro Alexandre de Moraes deu prazo de 24 horas para que a defesa se manifeste sobre a tentativa de violação.
A defesa do ex-presidente havia solicitado, também na sexta-feira (21/11), prisão domiciliar humanitária ao STF. O pedido foi negado.
Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na Ação Penal da trama golpista, Bolsonaro e os demais réus podem ter as penas executadas nas próximas semanas.
Na semana passada, a Primeira Turma da STF rejeitou os chamados Embargos de Declaração do ex-presidente e de mais 6 acusados para reverter as condenações e evitar a execução das penas em regime fechado.
Neste domingo (23/11), termina o prazo para a apresentação dos últimos recursos pelas defesas. Se os recursos forem rejeitados, as prisões serão executadas.
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Brasília/DF - O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), permitiu, em decisão publicada neste domingo (23/11), a visita da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal, onde Bolsonaro está preso preventivamente desde a manhã deste sábado (22/11).
A visita pode ser feita entre 15 horas e 17 horas (de Brasília/DF).
A defesa do réu solicitou também a visita dos filhos ao ex-presidente, mas segundo Moraes, como não informou quais filhos, o pedido não foi concedido.
A defesa, de acordo com o magistrado, deve complementar o pedido.
Bolsonaro passará por audiência de custódia neste domingo. A audiência será feita na própria Superintendência, por videoconferência. Segundo o STF, o vídeo não será divulgado.
O Tribunal informou ainda que o prazo para a defesa do ex-presidente se manifestar a respeito da violação da tornozeleira eletrônica termina neste domingo (23/11) às 16h30min (de Brasília/DF).
Bolsonaro foi preso preventivamente pela Polícia Federal neste sábado (22/11), após determinação de Moraes.
Na decisão, o ministro do STF citou eventual risco de fuga diante da tentativa de Bolsonaro de violar a tornozeleira eletrônica e da vigília convocada pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), nas proximidades da casa onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar.
Na sexta-feira (21/11), véspera da prisão do ex-presidente, ele usou uma solda para tentar abrir a tornozeleira eletrônica, o que gerou alerta para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal, responsável pelo monitoramento do equipamento.
O ministro Alexandre de Moraes deu prazo de 24 horas para que a defesa se manifeste sobre a tentativa de violação.
A defesa do ex-presidente havia solicitado, também na sexta-feira (21/11), prisão domiciliar humanitária ao STF. O pedido foi negado.
Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na Ação Penal da trama golpista, Bolsonaro e os demais réus podem ter as penas executadas nas próximas semanas.
Na semana passada, a Primeira Turma da STF rejeitou os chamados Embargos de Declaração do ex-presidente e de mais 6 acusados para reverter as condenações e evitar a execução das penas em regime fechado.
Neste domingo (23/11), termina o prazo para a apresentação dos últimos recursos pelas defesas. Se os recursos forem rejeitados, as prisões serão executadas.
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