Paula Laboissière
Foto: Marcelo Camargo
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - O novo Salário Mínimo, no valor de R$ 1.621,00 passa a valer a partir desta quinta-feira (01/01).
O reajuste, de 6,79% ou R$ 103,00 foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O Salário Mínimo anterior era de R$ 1.518,00.
O novo valor foi informado após a divulgação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), utilizado no cálculo do reajuste anual do Salário Mínimo.
O indicador registrou 0,03% em novembro e acumula 4,18% em 12 meses.
Pela estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o novo Salário Mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na Economia.
O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.
A regra do reajuste do Salário Mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até Novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da Economia de 2 anos.
No dia 4 de Dezembro, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.
No entanto, o Arcabouço Fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.
Pela regra, o Salário Mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em Lei, passa para R$ 1.621,00 reajuste de 6,79%.
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O reajuste, de 6,79% ou R$ 103,00 foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O Salário Mínimo anterior era de R$ 1.518,00.
O novo valor foi informado após a divulgação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), utilizado no cálculo do reajuste anual do Salário Mínimo.
O indicador registrou 0,03% em novembro e acumula 4,18% em 12 meses.
Pela estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o novo Salário Mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na Economia.
O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.
A regra do reajuste do Salário Mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até Novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da Economia de 2 anos.
No dia 4 de Dezembro, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.
No entanto, o Arcabouço Fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.
Pela regra, o Salário Mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em Lei, passa para R$ 1.621,00 reajuste de 6,79%.
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