Lucas Pordeus León
Foto: Marcello Casal Júnior
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - O STF (Supremo Tribunal Federal) promove, no próximo dia 8 de janeiro, em Brasília/DF, evento para relembrar os atos golpistas de 3 anos atrás, quando alguns milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro - exigindo um golpe militar - invadiram e depredaram prédios dos poderes na capital da República.
Para marcar a data, a Suprema Corte realiza o evento Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer.
A programação inclui a abertura de uma exposição, a exibição de um documentário, uma roda de conversa com jornalistas e uma mesa de debate.
No início da tarde de 8 de janeiro haverá a abertura da Exposição 8 de janeiro: Mãos da Reconstrução, a ser exibida no Espaço do Servidor, no STF.
Em seguida, será exibido o Documentário Democracia Inabalada: Mãos da Reconstrução no Museu do próprio Tribunal.
A programação segue com uma roda de conversa com profissionais da imprensa sobre o tema, também no Museu do STF, e finaliza com a mesa-redonda Um Dia Para Não Esquecer, no Salão Nobre do Supremo.
GOLPE DE ESTADO
Ao lembrar os 2 anos do 8 de janeiro, em 2025, o presidente do STF, Ministro Edson Fachin, afirmou que os atos golpistas foram a “face visível” de um movimento “subterrâneo” que articulava um Golpe de Estado.
“Relembrar esta data, com a gravidade que o episódio merece, constitui, também, um esforço para virarmos a página, mas sem arrancá-la da história”, frisou Fachin durante cerimônia que lembrou os 2 anos do 8 de janeiro.
Logo após o resultado da eleição ser divulgada em 30 de outubro de 2022, teve início um movimento pedindo um golpe militar para impedir que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumisse o cargo.
Houve fechamento de rodovias e acampamentos golpistas foram montados em frente aos quartéis em várias cidades do país.
Marcaram também a escalada de atos golpistas a implantação de uma bomba próxima ao Aeroporto Internacional de Brasília/DF, na véspera do Natal, e a invasão de uma delegacia da PF (Polícia Federal) após a queima de ônibus no dia da diplomação de Lula, também em Brasília/DF.
Após investigações sobre esses atos, o STF condenou o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) e aliados próximos por tentativa de Golpe de Estado e outros delitos, responsabilizando o ex-presidente por uma conspiração contra o resultado eleitoral com objetivo de permanecer no poder após a derrota em 2022.
Segundo a condenação, Bolsonaro tentou convencer os comandantes militares a aderir a um Golpe de Estado para anular as eleições.
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Brasília/DF - O STF (Supremo Tribunal Federal) promove, no próximo dia 8 de janeiro, em Brasília/DF, evento para relembrar os atos golpistas de 3 anos atrás, quando alguns milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro - exigindo um golpe militar - invadiram e depredaram prédios dos poderes na capital da República.
Para marcar a data, a Suprema Corte realiza o evento Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer.
A programação inclui a abertura de uma exposição, a exibição de um documentário, uma roda de conversa com jornalistas e uma mesa de debate.
No início da tarde de 8 de janeiro haverá a abertura da Exposição 8 de janeiro: Mãos da Reconstrução, a ser exibida no Espaço do Servidor, no STF.
Em seguida, será exibido o Documentário Democracia Inabalada: Mãos da Reconstrução no Museu do próprio Tribunal.
A programação segue com uma roda de conversa com profissionais da imprensa sobre o tema, também no Museu do STF, e finaliza com a mesa-redonda Um Dia Para Não Esquecer, no Salão Nobre do Supremo.
GOLPE DE ESTADO
Ao lembrar os 2 anos do 8 de janeiro, em 2025, o presidente do STF, Ministro Edson Fachin, afirmou que os atos golpistas foram a “face visível” de um movimento “subterrâneo” que articulava um Golpe de Estado.
“Relembrar esta data, com a gravidade que o episódio merece, constitui, também, um esforço para virarmos a página, mas sem arrancá-la da história”, frisou Fachin durante cerimônia que lembrou os 2 anos do 8 de janeiro.
Logo após o resultado da eleição ser divulgada em 30 de outubro de 2022, teve início um movimento pedindo um golpe militar para impedir que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumisse o cargo.
Houve fechamento de rodovias e acampamentos golpistas foram montados em frente aos quartéis em várias cidades do país.
Marcaram também a escalada de atos golpistas a implantação de uma bomba próxima ao Aeroporto Internacional de Brasília/DF, na véspera do Natal, e a invasão de uma delegacia da PF (Polícia Federal) após a queima de ônibus no dia da diplomação de Lula, também em Brasília/DF.
Após investigações sobre esses atos, o STF condenou o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) e aliados próximos por tentativa de Golpe de Estado e outros delitos, responsabilizando o ex-presidente por uma conspiração contra o resultado eleitoral com objetivo de permanecer no poder após a derrota em 2022.
Segundo a condenação, Bolsonaro tentou convencer os comandantes militares a aderir a um Golpe de Estado para anular as eleições.
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