Da Redação do Blog do Teófilo (*)
Frame: QTF - Reprodução X
Manaus/AM - O líder do CJNG (Cartel Jalisco Nueva Generación), Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, morreu neste domingo (22/02), durante operação militar no estado mexicano de Jalisco.
El Mencho era considerado o narcotraficante mais procurado do México e um dos mais poderosos do mundo.
De acordo com autoridades mexicanas, a ação foi resultado de meses de inteligência e cooperação internacional.
Tropas cercaram uma propriedade rural onde El Mencho se escondia, e o confronto armado terminou com sua morte e a de Hugo H., apelidado de El Tuli, um dos seus principais operadores.
A notícia provocou uma onda de violência em várias regiões. Integrantes do CJNG incendiaram veículos, bloquearam estradas e atacaram forças de segurança mexicanas.
Escolas suspenderam aulas e voos foram cancelados em cidades como Puerto Vallarta. Estima-se que mais de 60 pessoas tenham morrido nos confrontos subsequentes, incluindo 25 membros da Guarda Nacional Mexicana.
El Mencho construiu sua reputação pela brutalidade e pela expansão rápida do CJNG, que se tornou um dos cartéis mais dominantes do México.
Sua morte representa um golpe simbólico contra o narcotráfico, mas especialistas alertam que o cartel possui uma estrutura descentralizada, capaz de manter operações mesmo sem seu líder.
Para o governo mexicano, a operação foi um triunfo. No entanto, analistas destacam que a ausência de El Mencho pode abrir espaço para disputas internas e novas ondas de violência.
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Manaus/AM - O líder do CJNG (Cartel Jalisco Nueva Generación), Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, morreu neste domingo (22/02), durante operação militar no estado mexicano de Jalisco.
El Mencho era considerado o narcotraficante mais procurado do México e um dos mais poderosos do mundo.
De acordo com autoridades mexicanas, a ação foi resultado de meses de inteligência e cooperação internacional.
Tropas cercaram uma propriedade rural onde El Mencho se escondia, e o confronto armado terminou com sua morte e a de Hugo H., apelidado de El Tuli, um dos seus principais operadores.
A notícia provocou uma onda de violência em várias regiões. Integrantes do CJNG incendiaram veículos, bloquearam estradas e atacaram forças de segurança mexicanas.
Escolas suspenderam aulas e voos foram cancelados em cidades como Puerto Vallarta. Estima-se que mais de 60 pessoas tenham morrido nos confrontos subsequentes, incluindo 25 membros da Guarda Nacional Mexicana.
El Mencho construiu sua reputação pela brutalidade e pela expansão rápida do CJNG, que se tornou um dos cartéis mais dominantes do México.
Sua morte representa um golpe simbólico contra o narcotráfico, mas especialistas alertam que o cartel possui uma estrutura descentralizada, capaz de manter operações mesmo sem seu líder.
Para o governo mexicano, a operação foi um triunfo. No entanto, analistas destacam que a ausência de El Mencho pode abrir espaço para disputas internas e novas ondas de violência.
* Este conteúdo foi produzido integralmente com uso de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Blog do Teófilo.
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