Douglas Corrêa
Foto: Fernando Frazão
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Rio de Janeiro/RJ - Os casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) vem aumentando no país, de acordo com a nova edição do boletim InfoGripe, divulgado nesta sexta-feira (27/03) pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
A causa é o crescimento das hospitalizações por Influenza A, Rinovírus e VSR (Vírus Sincicial Respiratório).
O levantamento aponta que todos os Estados do país apresentam sinal de alta do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo, que considera as últimas 6 semanas.
O Rinovírus tem impulsionado o aumento dos casos de SRAG em grande parte desses Estados, especialmente entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos.
A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, chama atenção que é essencial que as pessoas de maior risco, como idosos, imunocomprometidos e crianças, tomem a vacina da Influenza nos postos de saúde, para frear o crescimento acelerado das hospitalizações pelo vírus em diversos Estados do país.
Portella também recomenda o uso de máscara em locais fechados e com maior aglomeração de pessoas, especialmente para os grupos de risco.
“Além disso, em caso de sintomas de gripe ou resfriado, o ideal é fazer isolamento dentro de casa, mas, se não for possível, recomendamos sair usando máscara para evitar transmitir o vírus para outras pessoas”, avaliou.
MORTALIDADE
A incidência e a mortalidade por SRAG são mais elevadas nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao Rinovírus.
A mortalidade é maior entre os idosos, tendo a Covid-19 e a Influenza A como principais causas.
Além disso, a incidência de Covid-19 também é maior em crianças pequenas e idosos, enquanto a de Influenza A se concentra principalmente nas crianças de até 4 anos e nos idosos.
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Rio de Janeiro/RJ - Os casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) vem aumentando no país, de acordo com a nova edição do boletim InfoGripe, divulgado nesta sexta-feira (27/03) pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
A causa é o crescimento das hospitalizações por Influenza A, Rinovírus e VSR (Vírus Sincicial Respiratório).
O levantamento aponta que todos os Estados do país apresentam sinal de alta do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo, que considera as últimas 6 semanas.
O Rinovírus tem impulsionado o aumento dos casos de SRAG em grande parte desses Estados, especialmente entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos.
A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, chama atenção que é essencial que as pessoas de maior risco, como idosos, imunocomprometidos e crianças, tomem a vacina da Influenza nos postos de saúde, para frear o crescimento acelerado das hospitalizações pelo vírus em diversos Estados do país.
Portella também recomenda o uso de máscara em locais fechados e com maior aglomeração de pessoas, especialmente para os grupos de risco.
“Além disso, em caso de sintomas de gripe ou resfriado, o ideal é fazer isolamento dentro de casa, mas, se não for possível, recomendamos sair usando máscara para evitar transmitir o vírus para outras pessoas”, avaliou.
MORTALIDADE
A incidência e a mortalidade por SRAG são mais elevadas nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao Rinovírus.
A mortalidade é maior entre os idosos, tendo a Covid-19 e a Influenza A como principais causas.
Além disso, a incidência de Covid-19 também é maior em crianças pequenas e idosos, enquanto a de Influenza A se concentra principalmente nas crianças de até 4 anos e nos idosos.
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