Ana Cristina Campos
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Fotos: Instagram - @andreamarins - Reprodução
Rio de Janeiro/RJ - A Médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, foi morta a tiros em seu carro durante uma abordagem policial, em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ, neste domingo (15/03).
A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte e informou que, por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos durante a ação.
“Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, disse a corporação.
As investigações estão sendo conduzidas pela DHC (Delegacia de Homicídios da Capital).
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse em rede social que testemunhas informaram que o carro da médica negra foi confundido com o de criminosos.
“Até quando a ausência de políticas eficazes de segurança pública continuará produzindo cenas como essa? Até quando vamos perder pessoas negras para a violência?”, questiona a Ministra.
Segundo Anielle, a Médica atuava há 28 anos no cuidado com a saúde das mulheres. Era ginecologista e cirurgiã-geral.
“Sabemos o quanto custa para uma mulher negra acessar a Universidade e se tornar médica. É doloroso perder Andréa a tudo o que ela representa”, afirmou Anielle, ao acrescentar que está pressionando as autoridades responsáveis para que haja uma investigação rápida e rigorosa.
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A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte e informou que, por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos durante a ação.
“Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, disse a corporação.
As investigações estão sendo conduzidas pela DHC (Delegacia de Homicídios da Capital).
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse em rede social que testemunhas informaram que o carro da médica negra foi confundido com o de criminosos.
“Até quando a ausência de políticas eficazes de segurança pública continuará produzindo cenas como essa? Até quando vamos perder pessoas negras para a violência?”, questiona a Ministra.
Segundo Anielle, a Médica atuava há 28 anos no cuidado com a saúde das mulheres. Era ginecologista e cirurgiã-geral.
“Sabemos o quanto custa para uma mulher negra acessar a Universidade e se tornar médica. É doloroso perder Andréa a tudo o que ela representa”, afirmou Anielle, ao acrescentar que está pressionando as autoridades responsáveis para que haja uma investigação rápida e rigorosa.
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