Ana Cristina Campos
Fotos: Rovena Rosa
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Rio de Janeiro/RJ - Uma Missa foi celebrada na manhã deste sábado (14/03) para família, amigos e apoiadores em memória dos 8 anos do assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco, e de seu motorista Anderson Gomes, na Igreja Nossa Senhora do Parto no Centro do Rio de Janeiro/RJ.
Esta é a primeira Missa no dia do assassinato após a condenação dos mandantes do crime.
Em 25 de Fevereiro, o STF (Supremo Tribunal Federal) condenou por unanimidade o ex-conselheiro do TCE/RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estavam presos preventivamente.
O pai de Marielle, Antonio Francisco da Silva Neto, disse que hoje é um dia de dor que nunca imaginou que a família passaria. Ele agradeceu as pessoas que estiveram ao lado da família até a condenação dos mandantes. "Tivemos uma grande vitória que foi a condenação dos mandantes. Eles não esperavam que isso ia acontecer com eles um dia. Tivemos esse êxito", afirmou.
Marinete da Silva, mãe de Marielle, também agradeceu todos os que acompanharam a dor e a saudade pela morte da parlamentar.
"Ela floresce e deixou um legado ímpar. A gente segue a lutar por mais Justiça por Marielle e por todas as mulheres que foram vitimadas país afora", explicou.
A irmã de Marielle e Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, conta que serviu de modelo para a estátua da vereadora assassinada erguida no Buraco do Lume, no Centro.
"Nunca na minha vida imaginei que eu serviria de modelo para o corpo de minha irmã para uma homenagem como essa. Nenhuma família deveria passar por isso".
Neste sábado (14/03), haverá a abertura da exposição Mulher Raça – O Legado de Marielle Franco, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), localizado na Rua Primeiro de Março, número 66, no Centro da cidade.
Neste domingo (15/03), a mobilização continua com a realização da 5ª Edição do Festival Justiça por Marielle e Anderson, no Circo Voador, evento político-cultural que reúne artistas, movimentos sociais e apoiadores da luta por Justiça.
Neste sábado (14/03) e domingo (15/03), a organização Anistia Internacional fará uma ação pelos 8 anos dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes no Largo da Lapa, no Centro do Rio de Janeiro/RJ, articulando memória, mobilização e ação coletiva.
A atividade será dividida em 2 parte. Na primeira parte da intervenção, Cartas para Quem Defende Direitos, resgata a força das cartas que mobilizaram o mundo por Justiça.
O segundo momento, Cada Peça Importa, convida o público a refletir sobre defensoras e defensores de Direitos Humanos que ainda aguardam Justiça.
Para a Anistia, a ação reforça que a conquista de Justiça por Marielle e Anderson só foi possível graças à mobilização de milhares de pessoas e que essa mesma força coletiva precisa seguir ativa pois muitos defensores e defensoras de Direitos Humanos ainda esperam proteção, reconhecimento e respostas.
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Rio de Janeiro/RJ - Uma Missa foi celebrada na manhã deste sábado (14/03) para família, amigos e apoiadores em memória dos 8 anos do assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco, e de seu motorista Anderson Gomes, na Igreja Nossa Senhora do Parto no Centro do Rio de Janeiro/RJ.
Esta é a primeira Missa no dia do assassinato após a condenação dos mandantes do crime.
Em 25 de Fevereiro, o STF (Supremo Tribunal Federal) condenou por unanimidade o ex-conselheiro do TCE/RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estavam presos preventivamente.
O pai de Marielle, Antonio Francisco da Silva Neto, disse que hoje é um dia de dor que nunca imaginou que a família passaria. Ele agradeceu as pessoas que estiveram ao lado da família até a condenação dos mandantes. "Tivemos uma grande vitória que foi a condenação dos mandantes. Eles não esperavam que isso ia acontecer com eles um dia. Tivemos esse êxito", afirmou.
Marinete da Silva, mãe de Marielle, também agradeceu todos os que acompanharam a dor e a saudade pela morte da parlamentar.
"Ela floresce e deixou um legado ímpar. A gente segue a lutar por mais Justiça por Marielle e por todas as mulheres que foram vitimadas país afora", explicou.
A irmã de Marielle e Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, conta que serviu de modelo para a estátua da vereadora assassinada erguida no Buraco do Lume, no Centro.
"Nunca na minha vida imaginei que eu serviria de modelo para o corpo de minha irmã para uma homenagem como essa. Nenhuma família deveria passar por isso".
Neste sábado (14/03), haverá a abertura da exposição Mulher Raça – O Legado de Marielle Franco, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), localizado na Rua Primeiro de Março, número 66, no Centro da cidade.
Neste domingo (15/03), a mobilização continua com a realização da 5ª Edição do Festival Justiça por Marielle e Anderson, no Circo Voador, evento político-cultural que reúne artistas, movimentos sociais e apoiadores da luta por Justiça.
Neste sábado (14/03) e domingo (15/03), a organização Anistia Internacional fará uma ação pelos 8 anos dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes no Largo da Lapa, no Centro do Rio de Janeiro/RJ, articulando memória, mobilização e ação coletiva.
A atividade será dividida em 2 parte. Na primeira parte da intervenção, Cartas para Quem Defende Direitos, resgata a força das cartas que mobilizaram o mundo por Justiça.
O segundo momento, Cada Peça Importa, convida o público a refletir sobre defensoras e defensores de Direitos Humanos que ainda aguardam Justiça.
Para a Anistia, a ação reforça que a conquista de Justiça por Marielle e Anderson só foi possível graças à mobilização de milhares de pessoas e que essa mesma força coletiva precisa seguir ativa pois muitos defensores e defensoras de Direitos Humanos ainda esperam proteção, reconhecimento e respostas.
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