André Richter
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Antônio Augusto - STF
Brasília/DF - O STF (Supremo Tribunal Federal) inicia nesta quarta-feira (25/03) o julgamento sobre as decisões que suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.
O caso começou a ser analisado no mês passado, mas foi suspenso para aguardar o resultado dos trabalhos de uma comissão criada pelo Supremo para avaliar a possibilidade de adoção de regras de transição para as verbas extrateto.
Na sessão desta quarta-feira (25/03), será iniciada a votação que vai decidir se as decisões individuais dos Ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, que suspenderam os pagamentos, serão mantidas pelo Plenário.
No dia 5 de Fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em Lei.
A decisão deve aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas Federal, Estadual e Municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender o pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto.
Em seguida, Gilmar Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público.
A Comissão criada para analisar os pagamentos dos penduricalhos encerrou os trabalhos nesta semana.
De acordo com nota elaborada pelos técnicos que fazem o diagnóstico, o Judiciário e o Ministério Público pagam cerca de R$ 17 bilhões em penduricalhos acima do teto constitucional.
O Relatório também recomendou o uso dos critérios utilizados pela Receita Federal para definir os pagamentos que podem ser considerados como verbas indenizatórias.
Esse tipo de pagamento é responsável pelo descumprimento do teto.
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O caso começou a ser analisado no mês passado, mas foi suspenso para aguardar o resultado dos trabalhos de uma comissão criada pelo Supremo para avaliar a possibilidade de adoção de regras de transição para as verbas extrateto.
Na sessão desta quarta-feira (25/03), será iniciada a votação que vai decidir se as decisões individuais dos Ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, que suspenderam os pagamentos, serão mantidas pelo Plenário.
No dia 5 de Fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em Lei.
A decisão deve aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas Federal, Estadual e Municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender o pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto.
Em seguida, Gilmar Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público.
A Comissão criada para analisar os pagamentos dos penduricalhos encerrou os trabalhos nesta semana.
De acordo com nota elaborada pelos técnicos que fazem o diagnóstico, o Judiciário e o Ministério Público pagam cerca de R$ 17 bilhões em penduricalhos acima do teto constitucional.
O Relatório também recomendou o uso dos critérios utilizados pela Receita Federal para definir os pagamentos que podem ser considerados como verbas indenizatórias.
Esse tipo de pagamento é responsável pelo descumprimento do teto.
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