Lucas Pordeus León
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Fotos: Sawt Al-Farah - TV Al-Manar - Al-Jazeera
Brasília/DF - A FDI (Força de Defesa de Israel) assassinou 3 Jornalistas em um dia, sendo 1 na Faixa de Gaza e 2 no Líbano.
Com isso, chega a 7 o número de Jornalistas mortos por bombardeios israelenses no Líbano desde o día 2 de Março, gerando críticas de entidades representantes dos Jornalistas.
A Jornalista libanesa Ghada Daikh, da Rádio Sawt Al-Farah (Voz da Alegria), foi assassinada em Tiro, no Sul do Líbano. Outra Jornalista morta no mesmo dia foi Suzan Al-Khalil, da emissora TV Al-Manar.
Em Gaza, Israel assassinou o Jornalista Muhammad Washah, da emissora árabe Al-Jazeera, que tem sede no Catar. Nesse caso, a FDI emitiu comunicado assumindo a autoria do atentado contra o Jornalista.
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“Washah atuava sob o disfarce de Jornalista da Al Jazeera, explorando essa identidade para promover atividades terroristas contra as forças de defesa de Israel e o Estado de Israel”, disse o Exército Israelense.
A emissora Al-Jazeera classificou o ato como “crime hediondo” e refutou a acusação de que Washah era do Hamas, lembrando que o profissional atuava na empresa desde 2018.
“Isto constitui uma violação nova e flagrante de todas as leis e normas internacionais e reflete uma política sistemática contínua de perseguição a Jornalistas e silenciamento da voz da verdade. É um crime deliberado e direcionado, com o intuito de intimidar jornalistas e impedi-los de exercer suas funções profissionais”, disse comunicado da TV do Catar.
Washah foi morto após um drone atingir o carro em que viajava a Oeste da cidade de Gaza, segundo a emissora.
Com isso, chega a 262 o número de Jornalistas assassinados em Gaza desde o dia 7 de Outubro de 2023.
O CPJ (Comitê de Proteção aos Jornalistas), com sede em Nova York, nos Estados Unidos, condenou os 3 assassinatos contra os profissionais de imprensa cometidos por Israel.
“O assassinato de Jornalistas em Gaza e no Líbano hoje não é incidental – é parte de um ataque mais amplo à liberdade de imprensa. A comunidade internacional deve agir agora para detê-lo”, diz comunicado da CPJ.
Israel já matou mais jornalistas e profissionais de mídia do que qualquer guerra da história mundial.
São mais mortes que a soma de outros 7 importantes conflitos: as 1ª e 2ª Guerras Mundiais, a Guerra Civil Americana, a da Síria, do Vietnã (incluindo os conflitos no Camboja e no Laos), além das guerras na Iugoslávia e na Ucrânia.
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Brasília/DF - A FDI (Força de Defesa de Israel) assassinou 3 Jornalistas em um dia, sendo 1 na Faixa de Gaza e 2 no Líbano.
Com isso, chega a 7 o número de Jornalistas mortos por bombardeios israelenses no Líbano desde o día 2 de Março, gerando críticas de entidades representantes dos Jornalistas.
A Jornalista libanesa Ghada Daikh, da Rádio Sawt Al-Farah (Voz da Alegria), foi assassinada em Tiro, no Sul do Líbano. Outra Jornalista morta no mesmo dia foi Suzan Al-Khalil, da emissora TV Al-Manar.
Em Gaza, Israel assassinou o Jornalista Muhammad Washah, da emissora árabe Al-Jazeera, que tem sede no Catar. Nesse caso, a FDI emitiu comunicado assumindo a autoria do atentado contra o Jornalista.
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“Washah atuava sob o disfarce de Jornalista da Al Jazeera, explorando essa identidade para promover atividades terroristas contra as forças de defesa de Israel e o Estado de Israel”, disse o Exército Israelense.
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“Isto constitui uma violação nova e flagrante de todas as leis e normas internacionais e reflete uma política sistemática contínua de perseguição a Jornalistas e silenciamento da voz da verdade. É um crime deliberado e direcionado, com o intuito de intimidar jornalistas e impedi-los de exercer suas funções profissionais”, disse comunicado da TV do Catar.
Washah foi morto após um drone atingir o carro em que viajava a Oeste da cidade de Gaza, segundo a emissora.
Com isso, chega a 262 o número de Jornalistas assassinados em Gaza desde o dia 7 de Outubro de 2023.
O CPJ (Comitê de Proteção aos Jornalistas), com sede em Nova York, nos Estados Unidos, condenou os 3 assassinatos contra os profissionais de imprensa cometidos por Israel.
“O assassinato de Jornalistas em Gaza e no Líbano hoje não é incidental – é parte de um ataque mais amplo à liberdade de imprensa. A comunidade internacional deve agir agora para detê-lo”, diz comunicado da CPJ.
Israel já matou mais jornalistas e profissionais de mídia do que qualquer guerra da história mundial.
São mais mortes que a soma de outros 7 importantes conflitos: as 1ª e 2ª Guerras Mundiais, a Guerra Civil Americana, a da Síria, do Vietnã (incluindo os conflitos no Camboja e no Laos), além das guerras na Iugoslávia e na Ucrânia.
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