Luciano Nascimento
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Pixabay
São Luís/MA - O Trabalho Doméstico com vínculo formal registrou 1.302.792 vínculos ativos, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira (10/04) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
Com número ligeiramente inferior ao de 2024, quando foram feitos 1.343.792 registros formais, o setor permanece estável, mas registrou aumento na remuneração média real, que saiu de R$ 1.949,06 em Dezembro de 2024 para R$ 2.047,92 em Dezembro de 2025.
Os dados fazem parte do eSocial e estão disponíveis no Painel do Trabalho Doméstico.
Segundo o Estudo, as mulheres permanecem com forte presença na categoria, representando 88,64% do total de trabalhadores (1.154.128 vínculos), enquanto os homens correspondem a 11,36%.
Os números mostram ainda que, em relação à raça e cor, a maioria se autodeclara branca (44,54%) ou parda (41,56%), o que segundo o MTE evidencia a diversidade da força de trabalho no setor.
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Além disso, a ocupação de Empregado Doméstico nos serviços gerais concentra a maior parte dos vínculos, somando 991.391 registros, com remuneração média de R$ 1.952,44.
Outras funções relevantes incluem Babás, com 124.753 vínculos e média salarial de R$ 2.098,67.
Os Cuidadores de Idosos somam 75.908 vínculos e média salarial de R$ 2.281,78.
Motoristas de carro de passeio registraram 20.061 vínculos e média de R$ 3.142,17.
A maior remuneração média é observada na ocupação de Enfermeiro, que, embora conte com apenas 453 vínculos, alcança R$ 4.813,10.
Em relação ao nível de escolaridade, a maioria possui Ensino Médio completo, somando 545.468 trabalhadores com este nível de formação.
Os profissionais com Nível Fundamental incompleto vêm em seguida, com 350 mil, e os com o Ensino Fundamental completo ficaram em terceiro, com 218.794.
A maioria dos trabalhadores estão na faixa etária de 50 a 59 anos, com 450.516 vínculos.
Em seguida vêm os trabalhadores na faixa etária de 40 a 49 anos, com 414.572.
Os trabalhadores na faixa de 30 a 39 ficaram na terceira posição com 184.258.
ESTADOS
Os Estados de São Paulo, com 391.991; Minas Gerais, com 158.383 e Rio de Janeiro, com 140.772 vínculos, são os que mais empregam.
No Nordeste, Estados como Bahia (68.589), Pernambuco (57.570) e Ceará (28.885) também apresentam participação expressiva.
No Sul e no Centro-Oeste, Rio Grande do Sul (66.539), Paraná (56.126), e Goiás (54.469) se destacam, ainda que com volumes menores.
“Em termos de remuneração, há variações regionais importantes: os Estados do Sudeste e do Sul tendem a registrar médias salariais mais elevadas, enquanto Norte e Nordeste apresentam valores inferiores, evidenciando desigualdades regionais que acompanham o mercado de trabalho brasileiro”, informou o MTE.
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São Luís/MA - O Trabalho Doméstico com vínculo formal registrou 1.302.792 vínculos ativos, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira (10/04) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
Com número ligeiramente inferior ao de 2024, quando foram feitos 1.343.792 registros formais, o setor permanece estável, mas registrou aumento na remuneração média real, que saiu de R$ 1.949,06 em Dezembro de 2024 para R$ 2.047,92 em Dezembro de 2025.
Os dados fazem parte do eSocial e estão disponíveis no Painel do Trabalho Doméstico.
Segundo o Estudo, as mulheres permanecem com forte presença na categoria, representando 88,64% do total de trabalhadores (1.154.128 vínculos), enquanto os homens correspondem a 11,36%.
Os números mostram ainda que, em relação à raça e cor, a maioria se autodeclara branca (44,54%) ou parda (41,56%), o que segundo o MTE evidencia a diversidade da força de trabalho no setor.
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Além disso, a ocupação de Empregado Doméstico nos serviços gerais concentra a maior parte dos vínculos, somando 991.391 registros, com remuneração média de R$ 1.952,44.
Outras funções relevantes incluem Babás, com 124.753 vínculos e média salarial de R$ 2.098,67.
Os Cuidadores de Idosos somam 75.908 vínculos e média salarial de R$ 2.281,78.
Motoristas de carro de passeio registraram 20.061 vínculos e média de R$ 3.142,17.
A maior remuneração média é observada na ocupação de Enfermeiro, que, embora conte com apenas 453 vínculos, alcança R$ 4.813,10.
Em relação ao nível de escolaridade, a maioria possui Ensino Médio completo, somando 545.468 trabalhadores com este nível de formação.
Os profissionais com Nível Fundamental incompleto vêm em seguida, com 350 mil, e os com o Ensino Fundamental completo ficaram em terceiro, com 218.794.
A maioria dos trabalhadores estão na faixa etária de 50 a 59 anos, com 450.516 vínculos.
Em seguida vêm os trabalhadores na faixa etária de 40 a 49 anos, com 414.572.
Os trabalhadores na faixa de 30 a 39 ficaram na terceira posição com 184.258.
ESTADOS
Os Estados de São Paulo, com 391.991; Minas Gerais, com 158.383 e Rio de Janeiro, com 140.772 vínculos, são os que mais empregam.
No Nordeste, Estados como Bahia (68.589), Pernambuco (57.570) e Ceará (28.885) também apresentam participação expressiva.
No Sul e no Centro-Oeste, Rio Grande do Sul (66.539), Paraná (56.126), e Goiás (54.469) se destacam, ainda que com volumes menores.
“Em termos de remuneração, há variações regionais importantes: os Estados do Sudeste e do Sul tendem a registrar médias salariais mais elevadas, enquanto Norte e Nordeste apresentam valores inferiores, evidenciando desigualdades regionais que acompanham o mercado de trabalho brasileiro”, informou o MTE.
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