Paula Laboissière
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Divulgação
Brasília/DF - O Ministério da Saúde iniciou a segunda fase de oficinas de qualificação para a inserção do implante contraceptivo de etonogestrel sob a pele, conhecido como Implanon, no SUS (Sistema Único de Saúde).
A previsão do Ministério é qualificar mais 11 mil profissionais, entre Médicos e Enfermeiros, para ampliar a oferta do método na rede pública.
Serão, ao todo, 32 treinamentos, com foco em Municípios com menos de 50 mil habitantes.
Em nota, o Ministério informou que as oficinas são presenciais e combinam teoria e prática com o uso de simuladores anatômicos.
A carga horária foi ampliada para 12 horas no caso de Enfermeiros e para 6 horas para Médicos.
Os encontros também incluem espaços de diálogo com gestores estaduais e municipais para apoiar a implementação do método do contraceptivo nos territórios.
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No comunicado, o Ministério destaca que as oficinas buscam qualificar os profissionais para inserção, retirada e manejo de possíveis intercorrências.
“E reforçar a conduta nas consultas em saúde sexual e reprodutiva com uma abordagem abrangente, que inclui direitos sexuais e reprodutivos, dignidade menstrual, enfrentamento ao racismo, abordagem às violências na atenção primária à saúde e todos os demais métodos contraceptivos ofertados no SUS”.
Em 2025, o Ministério distribuiu 500 mil unidades aos Estados, priorizando Municípios com mais de 50 mil habitantes e critérios de vulnerabilidade social.
Para 2026, está prevista a entrega de mais 1,3 milhão de implantes subdérmicos, sendo que 290 mil já foram entregues.
Na rede privada, o método pode custar até R$ 4 mil.
ENTENDA
Segundo o Ministério, o implante subdérmico é um método considerado vantajoso para prevenir a gravidez não planejada em razão de sua longa duração e alta eficácia, pois pode atuar no organismo por até 3 anos.
Após esse período, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, um novo implante pode ser inserido imediatamente.
“A fertilidade retorna rapidamente após a remoção”, destacou o Ministério.
“O Implanon se soma aos métodos contraceptivos já disponíveis gratuitamente no SUS, como preservativos externos e internos, DIU de cobre, anticoncepcionais orais combinados e de progestagênio, pílulas de emergência, laqueadura tubária bilateral e vasectomia, entre outros. O Ministério da Saúde reforça que apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis”.
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Brasília/DF - O Ministério da Saúde iniciou a segunda fase de oficinas de qualificação para a inserção do implante contraceptivo de etonogestrel sob a pele, conhecido como Implanon, no SUS (Sistema Único de Saúde).
A previsão do Ministério é qualificar mais 11 mil profissionais, entre Médicos e Enfermeiros, para ampliar a oferta do método na rede pública.
Serão, ao todo, 32 treinamentos, com foco em Municípios com menos de 50 mil habitantes.
Em nota, o Ministério informou que as oficinas são presenciais e combinam teoria e prática com o uso de simuladores anatômicos.
A carga horária foi ampliada para 12 horas no caso de Enfermeiros e para 6 horas para Médicos.
Os encontros também incluem espaços de diálogo com gestores estaduais e municipais para apoiar a implementação do método do contraceptivo nos territórios.
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No comunicado, o Ministério destaca que as oficinas buscam qualificar os profissionais para inserção, retirada e manejo de possíveis intercorrências.
“E reforçar a conduta nas consultas em saúde sexual e reprodutiva com uma abordagem abrangente, que inclui direitos sexuais e reprodutivos, dignidade menstrual, enfrentamento ao racismo, abordagem às violências na atenção primária à saúde e todos os demais métodos contraceptivos ofertados no SUS”.
Em 2025, o Ministério distribuiu 500 mil unidades aos Estados, priorizando Municípios com mais de 50 mil habitantes e critérios de vulnerabilidade social.
Para 2026, está prevista a entrega de mais 1,3 milhão de implantes subdérmicos, sendo que 290 mil já foram entregues.
Na rede privada, o método pode custar até R$ 4 mil.
ENTENDA
Segundo o Ministério, o implante subdérmico é um método considerado vantajoso para prevenir a gravidez não planejada em razão de sua longa duração e alta eficácia, pois pode atuar no organismo por até 3 anos.
Após esse período, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, um novo implante pode ser inserido imediatamente.
“A fertilidade retorna rapidamente após a remoção”, destacou o Ministério.
“O Implanon se soma aos métodos contraceptivos já disponíveis gratuitamente no SUS, como preservativos externos e internos, DIU de cobre, anticoncepcionais orais combinados e de progestagênio, pílulas de emergência, laqueadura tubária bilateral e vasectomia, entre outros. O Ministério da Saúde reforça que apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis”.
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