Bruno de Freitas Moura
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Polícia Federal
Rio de Janeiro/RJ - Operação da PF (Polícia Federal) prendeu ao menos 14 pessoas, na manhã desta quinta-feira (21/08), envolvidas em esquema criminoso que criou mais de 330 empresas de fachada para disfarçar fraudes bancárias.
O prejuízo provocado ao sistema financeiro nacional é estimado em R$ 110 milhões.
Cerca de 140 policiais federais participam da segunda fase da Operação Oasis 14, que teve a primeira ação em 2024.
Foram expedidos 26 mandados de prisão e 28 de busca e apreensão em 8 municípios do Estado do Rio de Janeiro - a maioria na região metropolitana da capital ─ e 1 em São Paulo.
A investigação começou em maio de 2024 e conta com o apoio da Corregedoria e da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude da Caixa Econômica Federal.
Na primeira fase da operação, policiais federais encontraram inúmeras maquininhas de pagamento e inúmeros cartões bancários.
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A quadrilha operava, de acordo com a Polícia Federal, “um esquema sofisticado”, que contava com as centenas de empresas de fachada, 6 funcionários da Caixa Econômica Federal e 4 de instituições bancárias privadas.
Pessoas de baixa renda eram utilizadas como laranjas para o uso de dados pessoais visando ocultar bens ou transações de terceiros. As empresas eram constituídas por sócios fantasmas.
“O esquema criminoso incluía simulação de movimentações financeiras e uso de imóveis reais como fachada para empresas fictícias, além da abertura de contas e concessão de empréstimos com auxílio dos bancários integrantes da organização criminosa” descreve a Polícia Federal.
Com o apoio da Caixa Econômica Federal, os investigadores identificaram cerca de 200 operações de crédito fraudulentas, somando pelo menos R$ 33 milhões de prejuízo somente para a Caixa.
Durante as buscas na residência de um dos alvos da operação, em São Pedro da Aldeia/RJ, Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro, os policiais encontraram um revólver com 6 munições.
Além da prisão por força do mandado judicial, o homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
Além do crime de organização criminosa, os investigados responderão por estelionato qualificado, crime contra o sistema financeiro, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Os nomes dos envolvidos nos crimes não foram divulgados.
Por meio de nota enviada à Agência Brasil, a Caixa Econômica Federal esclareceu que monitora ininterruptamente produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos.
Quando identifica indícios de ilícitos, atua conjuntamente com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem as ocorrências, diz a nota.
“As informações relativas a tais casos são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes para análise e investigação”, acrescenta.
O banco diz, ainda, que aperfeiçoa, continuamente, os critérios de segurança de acesso a seus aplicativos e movimentações financeiras, “acompanhando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias ao observar a maneira de operar de fraudadores e golpistas”.
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Rio de Janeiro/RJ - Operação da PF (Polícia Federal) prendeu ao menos 14 pessoas, na manhã desta quinta-feira (21/08), envolvidas em esquema criminoso que criou mais de 330 empresas de fachada para disfarçar fraudes bancárias.
O prejuízo provocado ao sistema financeiro nacional é estimado em R$ 110 milhões.
Cerca de 140 policiais federais participam da segunda fase da Operação Oasis 14, que teve a primeira ação em 2024.
Foram expedidos 26 mandados de prisão e 28 de busca e apreensão em 8 municípios do Estado do Rio de Janeiro - a maioria na região metropolitana da capital ─ e 1 em São Paulo.
A investigação começou em maio de 2024 e conta com o apoio da Corregedoria e da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude da Caixa Econômica Federal.
Na primeira fase da operação, policiais federais encontraram inúmeras maquininhas de pagamento e inúmeros cartões bancários.
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A quadrilha operava, de acordo com a Polícia Federal, “um esquema sofisticado”, que contava com as centenas de empresas de fachada, 6 funcionários da Caixa Econômica Federal e 4 de instituições bancárias privadas.
Pessoas de baixa renda eram utilizadas como laranjas para o uso de dados pessoais visando ocultar bens ou transações de terceiros. As empresas eram constituídas por sócios fantasmas.
“O esquema criminoso incluía simulação de movimentações financeiras e uso de imóveis reais como fachada para empresas fictícias, além da abertura de contas e concessão de empréstimos com auxílio dos bancários integrantes da organização criminosa” descreve a Polícia Federal.
Com o apoio da Caixa Econômica Federal, os investigadores identificaram cerca de 200 operações de crédito fraudulentas, somando pelo menos R$ 33 milhões de prejuízo somente para a Caixa.
Durante as buscas na residência de um dos alvos da operação, em São Pedro da Aldeia/RJ, Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro, os policiais encontraram um revólver com 6 munições.
Além da prisão por força do mandado judicial, o homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
Além do crime de organização criminosa, os investigados responderão por estelionato qualificado, crime contra o sistema financeiro, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Os nomes dos envolvidos nos crimes não foram divulgados.
Por meio de nota enviada à Agência Brasil, a Caixa Econômica Federal esclareceu que monitora ininterruptamente produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos.
Quando identifica indícios de ilícitos, atua conjuntamente com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem as ocorrências, diz a nota.
“As informações relativas a tais casos são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes para análise e investigação”, acrescenta.
O banco diz, ainda, que aperfeiçoa, continuamente, os critérios de segurança de acesso a seus aplicativos e movimentações financeiras, “acompanhando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias ao observar a maneira de operar de fraudadores e golpistas”.
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