Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - Passados 3 anos da emergência humanitária Yanomami, o Governo Federal e o Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) programam uma série de ações em Roraima.
Nesta quinta-feira (22/01), está prevista a inauguração de um espaço do Acnur no Centro de Referência em Direitos Humanos Yanomami e Ye’kwana, em Boa Vista/RR.
Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, em um contexto marcado, também, pela crise humanitária na Venezuela, a ideia é reforçar a cooperação entre o Estado brasileiro e organismos internacionais “no atendimento e na proteção de povos indígenas, migrantes e refugiados no território”.
Na programação referente ao marco dos 3 anos da emergência humanitária Yanomami, estão previstas reuniões de avaliação, alinhamentos internos e encontros com o sistema de Justiça, “reforçando o compromisso do Ministério com a atuação integrada, a cooperação internacional e a garantia de Direitos Humanos no contexto do acolhimento humanitário em Roraima”.
As atividades contam com a participação da Organização Internacional para Migrações (a agência das Nações Unidas para questões relacionadas ao tema) e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância).
Estão previstas visitas a abrigos indígenas e não indígenas – como os pontos de atendimento da Operação Acolhida – tanto em Boa Vista/RR quanto em Pacaraima/RR.
EMERGÊNCIA YANOMAMI
O reconhecimento da crise humanitária enfrentada pelos povos indígenas Yanomami e Ye’kwana teve início em 20 de janeiro de 2023, quando foi decretada emergência em saúde pública.
Desde então, segundo o Ministério, o Governo Federal vem mantendo presença contínua e integrada na Terra Indígena Yanomami.
“A estratégia interministerial incluiu operações de segurança para a retirada de invasores, ações de comando e controle territorial, maior fiscalização ambiental e apoio logístico às comunidades, com mais de 9 mil operações realizadas entre 2024 e 2026”, justifica o Ministério.
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Brasília/DF - Passados 3 anos da emergência humanitária Yanomami, o Governo Federal e o Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) programam uma série de ações em Roraima.
Nesta quinta-feira (22/01), está prevista a inauguração de um espaço do Acnur no Centro de Referência em Direitos Humanos Yanomami e Ye’kwana, em Boa Vista/RR.
Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, em um contexto marcado, também, pela crise humanitária na Venezuela, a ideia é reforçar a cooperação entre o Estado brasileiro e organismos internacionais “no atendimento e na proteção de povos indígenas, migrantes e refugiados no território”.
Na programação referente ao marco dos 3 anos da emergência humanitária Yanomami, estão previstas reuniões de avaliação, alinhamentos internos e encontros com o sistema de Justiça, “reforçando o compromisso do Ministério com a atuação integrada, a cooperação internacional e a garantia de Direitos Humanos no contexto do acolhimento humanitário em Roraima”.
As atividades contam com a participação da Organização Internacional para Migrações (a agência das Nações Unidas para questões relacionadas ao tema) e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância).
Estão previstas visitas a abrigos indígenas e não indígenas – como os pontos de atendimento da Operação Acolhida – tanto em Boa Vista/RR quanto em Pacaraima/RR.
EMERGÊNCIA YANOMAMI
O reconhecimento da crise humanitária enfrentada pelos povos indígenas Yanomami e Ye’kwana teve início em 20 de janeiro de 2023, quando foi decretada emergência em saúde pública.
Desde então, segundo o Ministério, o Governo Federal vem mantendo presença contínua e integrada na Terra Indígena Yanomami.
“A estratégia interministerial incluiu operações de segurança para a retirada de invasores, ações de comando e controle territorial, maior fiscalização ambiental e apoio logístico às comunidades, com mais de 9 mil operações realizadas entre 2024 e 2026”, justifica o Ministério.
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