Elaine Patrícia Cruz
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Polícia Federal - Divulgação
São Paulo/SP - Operação realizada nesta quarta-feira (21/01) pela PF (Polícia Federal) combate organização criminosa que utilizava criptomoedas para lavagem de dinheiro.
Segundo a PF, essa organização teria movimentado mais de R$ 39 milhões.
Chamada de Narco Azimut, a operação cumpriu mandados de busca e de prisões temporárias nas cidades paulistas de Santos/SP, Ferraz de Vasconcelos/SP, São Bernardo do Campo/SP e São José dos Campos/SP, além de Goiânia/GO e Armação de Búzios/RJ.
De acordo com a PF, as investigações mostraram que a associação criminosa era bem estruturada e movimentava grandes quantias de dinheiro, tanto em espécie quanto por meio de transferências bancárias e de criptoativos no Brasil e no exterior.
O grande objetivo dessa organização era a lavagem de capitais.
Além dos mandados de prisão e de apreensão, a Justiça determinou o bloqueio e a apreensão de bens dos suspeitos.
Também foram impostas diversas restrições como a proibição de movimentação empresarial e a proibição de transferência de bens móveis e imóveis que foram adquiridos por meio dos crimes cometidos.
Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, ocultação ou dissimulação de valores e de capitais (lavagem de dinheiro) e evasão de divisas.
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Segundo a PF, essa organização teria movimentado mais de R$ 39 milhões.
Chamada de Narco Azimut, a operação cumpriu mandados de busca e de prisões temporárias nas cidades paulistas de Santos/SP, Ferraz de Vasconcelos/SP, São Bernardo do Campo/SP e São José dos Campos/SP, além de Goiânia/GO e Armação de Búzios/RJ.
De acordo com a PF, as investigações mostraram que a associação criminosa era bem estruturada e movimentava grandes quantias de dinheiro, tanto em espécie quanto por meio de transferências bancárias e de criptoativos no Brasil e no exterior.
O grande objetivo dessa organização era a lavagem de capitais.
Além dos mandados de prisão e de apreensão, a Justiça determinou o bloqueio e a apreensão de bens dos suspeitos.
Também foram impostas diversas restrições como a proibição de movimentação empresarial e a proibição de transferência de bens móveis e imóveis que foram adquiridos por meio dos crimes cometidos.
Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, ocultação ou dissimulação de valores e de capitais (lavagem de dinheiro) e evasão de divisas.
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