Alex Rodrigues
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Ricardo Stuckert - Presidência da República
Brasília/DF - O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou a aprovação do acordo entre União Europeia e Mercosul.
Pelas redes sociais, Lula afirmou ser “uma vitória do diálogo”.
“Uma vitória do diálogo, da negociação e da aposta na cooperação e na integração entre os países e blocos”, afirmou o Presidente Lula.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, confirmou no início da tarde desta sexta-feira (09/01) a aprovação por ampla maioria dos Estados-membros.
Lula destacou que o acordo, além de trazer benefícios para os dois blocos, é “uma sinalização em favor do comércio internacional”.
O presidente brasileiro foi atuante na costura desse acordo e tentou finalizá-lo no final do ano passado, quando o Brasil presidia o bloco sul-americano.
Para Lula, o acordo entre Mercosul e União Europeia era uma prioridade.
O presidente ainda afirmou ser um “dia histórico para o multilateralismo” e lembrou a longa negociação, de 25 anos, até a conclusão do acordo.
“Dia histórico para o multilateralismo. Após 25 anos de negociação, foi aprovado o Acordo entre Mercosul-União Europeia, um dos maiores tratados de livre-comércio do mundo. A decisão chancelada pelo lado europeu une dois blocos que, juntos, somam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões”.
O multilateralismo, citado por Lula, é a prática que promove a cooperação entre múltiplos países para promover os interesses comuns a todos nas relações internacionais.
É uma prática oposta à do unilateralismo, quando o país age por conta própria, e é diferente também do bilateralismo, quando há associação de apenas dois países.
ASSINATURA
Com o resultado confirmado, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, poderá viajar ao Paraguai já na próxima semana para ratificar o acerto com os países-membros do Mercosul – bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
O Paraguai assumiu em Dezembro de 2025 a presidência rotativa pro-tempore do bloco.
Os países do Mercosul precisam fazer o mesmo e submeter o documento final aos seus parlamentares, mas a entrada em vigor é individual, ou seja, não é preciso esperar a aprovação dos parlamentos dos quatro estados-membros.
Em nota, o Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços saudaram a aprovação da assinatura do acordo.
“Trata-se do maior acordo comercial negociado pelo Mercosul e um dos maiores dentre aqueles pactuados pela União Europeia com parceiros comerciais”, sustentam.
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Brasília/DF - O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou a aprovação do acordo entre União Europeia e Mercosul.
Pelas redes sociais, Lula afirmou ser “uma vitória do diálogo”.
“Uma vitória do diálogo, da negociação e da aposta na cooperação e na integração entre os países e blocos”, afirmou o Presidente Lula.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, confirmou no início da tarde desta sexta-feira (09/01) a aprovação por ampla maioria dos Estados-membros.
Lula destacou que o acordo, além de trazer benefícios para os dois blocos, é “uma sinalização em favor do comércio internacional”.
O presidente brasileiro foi atuante na costura desse acordo e tentou finalizá-lo no final do ano passado, quando o Brasil presidia o bloco sul-americano.
Para Lula, o acordo entre Mercosul e União Europeia era uma prioridade.
O presidente ainda afirmou ser um “dia histórico para o multilateralismo” e lembrou a longa negociação, de 25 anos, até a conclusão do acordo.
“Dia histórico para o multilateralismo. Após 25 anos de negociação, foi aprovado o Acordo entre Mercosul-União Europeia, um dos maiores tratados de livre-comércio do mundo. A decisão chancelada pelo lado europeu une dois blocos que, juntos, somam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões”.
O multilateralismo, citado por Lula, é a prática que promove a cooperação entre múltiplos países para promover os interesses comuns a todos nas relações internacionais.
É uma prática oposta à do unilateralismo, quando o país age por conta própria, e é diferente também do bilateralismo, quando há associação de apenas dois países.
ASSINATURA
Com o resultado confirmado, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, poderá viajar ao Paraguai já na próxima semana para ratificar o acerto com os países-membros do Mercosul – bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
O Paraguai assumiu em Dezembro de 2025 a presidência rotativa pro-tempore do bloco.
Os países do Mercosul precisam fazer o mesmo e submeter o documento final aos seus parlamentares, mas a entrada em vigor é individual, ou seja, não é preciso esperar a aprovação dos parlamentos dos quatro estados-membros.
Em nota, o Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços saudaram a aprovação da assinatura do acordo.
“Trata-se do maior acordo comercial negociado pelo Mercosul e um dos maiores dentre aqueles pactuados pela União Europeia com parceiros comerciais”, sustentam.
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