Teófilo Benarrós de Mesquita
Foto: Redes Sociais - Reprodução
Manaus/AM - Após a prisão de Anabela Cardoso Freitas, investigadora da Polícia Civil e integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus/AM, durante a Operação Erga Omnes, realizada nesta sexta-feira (20/02), a Prefeitura de Manaus/AM divulgou nota para esclarecer que "não é alvo da operação".
Anabela foi Chefe de Gabinete do prefeito David Almeida (Avante) até 2023. Atualmente era responsável pela elaboração da agenda institucional do prefeito de Manaus/AM.
Em entrevista coletiva realizada após a operação, foram divulgados os nomes e as funções dos presos.
Além de Anabela Cardoso Freitas, também foram presos Izaldir Moreno Barros, servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas; Adriana Almeida Lima, ex-secretária de gabinete da Assembleia Legislativa; Alcir Queiroga Teixeira Júnior, ligado a movimentações financeiras suspeitas; Josafá de Figueiredo Silva, ex-assessor parlamentar; Osimar Vieira Nascimento, policial militar; Bruno Renato Gatinho Araújo, investigado por participação no esquema; e Ronilson Xisto Jordão, preso em Itacoatiara/AM.
Em Teresina/PI foi presa Lucila Meireles Costa, que atuava como falsa advogada. Lucila foi assessora parlamentar de diversos vereadores e ex-vereadores de Manaus/AM e do ex-deputado estadual Arthur Bisneto, falecido em 2024.
Todos os presos são investigados por relações com o Comando Vermelho.
Na nota, a Prefeitura de Manaus/AM manifesta que "qualquer servidor eventualmente investigado responderá individualmente por seus atos, nos termos da lei, sem prejuízo do funcionamento regular da máquina pública".
Confira a seguir a íntegra na nota divulgada pela Prefeitura de Manaus/AM após a Operação Erga Omnes.
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Manaus/AM - Após a prisão de Anabela Cardoso Freitas, investigadora da Polícia Civil e integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus/AM, durante a Operação Erga Omnes, realizada nesta sexta-feira (20/02), a Prefeitura de Manaus/AM divulgou nota para esclarecer que "não é alvo da operação".
Anabela foi Chefe de Gabinete do prefeito David Almeida (Avante) até 2023. Atualmente era responsável pela elaboração da agenda institucional do prefeito de Manaus/AM.
Em entrevista coletiva realizada após a operação, foram divulgados os nomes e as funções dos presos.
Além de Anabela Cardoso Freitas, também foram presos Izaldir Moreno Barros, servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas; Adriana Almeida Lima, ex-secretária de gabinete da Assembleia Legislativa; Alcir Queiroga Teixeira Júnior, ligado a movimentações financeiras suspeitas; Josafá de Figueiredo Silva, ex-assessor parlamentar; Osimar Vieira Nascimento, policial militar; Bruno Renato Gatinho Araújo, investigado por participação no esquema; e Ronilson Xisto Jordão, preso em Itacoatiara/AM.
Em Teresina/PI foi presa Lucila Meireles Costa, que atuava como falsa advogada. Lucila foi assessora parlamentar de diversos vereadores e ex-vereadores de Manaus/AM e do ex-deputado estadual Arthur Bisneto, falecido em 2024.
Todos os presos são investigados por relações com o Comando Vermelho.
Na nota, a Prefeitura de Manaus/AM manifesta que "qualquer servidor eventualmente investigado responderá individualmente por seus atos, nos termos da lei, sem prejuízo do funcionamento regular da máquina pública".
Confira a seguir a íntegra na nota divulgada pela Prefeitura de Manaus/AM após a Operação Erga Omnes.
A Prefeitura de Manaus/AM esclarece que não é alvo da operação realizada nesta sexta-feira (20/02), pela Polícia Civil do Estado do Amazonas.
Conforme informado pelas próprias autoridades, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município integram o objeto da investigação.
É inaceitável que setores da política tentem distorcer fatos para criar narrativas mentirosas e atingir a honra de quem tem trabalhado com responsabilidade pela cidade.
A exploração oportunista de investigações que não envolvem a gestão municipal revela mais sobre os seus autores do que sobre os fatos.
A atual administração mantém compromisso absoluto com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições.
Qualquer servidor eventualmente investigado responderá individualmente por seus atos, nos termos da lei, sem prejuízo do funcionamento regular da máquina pública.
Manaus/AM não pode ser refém de ataques especulativos nem de tentativas de desinformação. A verdade prevalece nos fatos, não nas insinuações.
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