Wellton Máximo
Foto: Valter Campanato
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - O Dólar fechou acima de R$ 5,00 e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29/04), em um dia marcado por cautela nos mercados globais.
As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.
O Dólar Comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%).
A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos.
Na máxima do dia, por volta das 16 horas (de Brasília/DF), chegou a R$ 5,01.
A moeda estadunidense subiu perante as principais moedas do planeta.
O movimento refletiu um cenário externo mais incerto, com impacto das tensões geopolíticas e da decisão do Fed (Federal Reserve), que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.
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BOLSA E PETRÓLEO
A Bolsa brasileira teve forte queda e atingiu o menor nível desde 30 de Março, ampliando a sequência negativa recente.
O Ibovespa encerrou o dia aos 184.750 pontos, com recuo de 2,05%.
Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 184.504 pontos e a máxima de 188.709 pontos, em um intervalo superior a 4 mil pontos.
O índice acumula queda de 3,14% na semana e de 1,45% no mês, mas sobe 14,66% no ano.
Desde a máxima histórica registrada em Abril, o Ibovespa já recuou cerca de 14 mil pontos, sendo que a perda desta sessão foi a mais intensa desde 20 de Março.
Os preços do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã.
O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou cotado a US$ 106,88, com alta de 6,95%.
O Brent, usado nas negociações da Petrobras, encerrou a US$ 110,44, avançando 5,78%.
A valorização ocorre em meio a incertezas sobre o fornecimento global da Commodity, especialmente diante do risco de interrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.
O cenário externo concentrou a atenção dos investidores ao longo do dia.
O Federal Reserve manteve a taxa de juros e sinalizou preocupação com a inflação e com o aumento das incertezas globais.
Ao mesmo tempo, a intensificação do conflito no Oriente Médio elevou a volatilidade nos mercados internacionais.
A alta do petróleo, acima de US$ 100 por barril, também reforçou as pressões inflacionárias.
No Brasil, o mercado acompanhava ainda a expectativa pela decisão do Copom (Comitê de Política Monetária).
O corte de 0,25 ponto percentual nos juros básicos, para 14,5% ao ano, só foi divulgado após o fechamento das negociações.
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Brasília/DF - O Dólar fechou acima de R$ 5,00 e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29/04), em um dia marcado por cautela nos mercados globais.
As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.
O Dólar Comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%).
A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos.
Na máxima do dia, por volta das 16 horas (de Brasília/DF), chegou a R$ 5,01.
A moeda estadunidense subiu perante as principais moedas do planeta.
O movimento refletiu um cenário externo mais incerto, com impacto das tensões geopolíticas e da decisão do Fed (Federal Reserve), que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.
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A Bolsa brasileira teve forte queda e atingiu o menor nível desde 30 de Março, ampliando a sequência negativa recente.
O Ibovespa encerrou o dia aos 184.750 pontos, com recuo de 2,05%.
Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 184.504 pontos e a máxima de 188.709 pontos, em um intervalo superior a 4 mil pontos.
O índice acumula queda de 3,14% na semana e de 1,45% no mês, mas sobe 14,66% no ano.
Desde a máxima histórica registrada em Abril, o Ibovespa já recuou cerca de 14 mil pontos, sendo que a perda desta sessão foi a mais intensa desde 20 de Março.
Os preços do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã.
O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou cotado a US$ 106,88, com alta de 6,95%.
O Brent, usado nas negociações da Petrobras, encerrou a US$ 110,44, avançando 5,78%.
A valorização ocorre em meio a incertezas sobre o fornecimento global da Commodity, especialmente diante do risco de interrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.
O cenário externo concentrou a atenção dos investidores ao longo do dia.
O Federal Reserve manteve a taxa de juros e sinalizou preocupação com a inflação e com o aumento das incertezas globais.
Ao mesmo tempo, a intensificação do conflito no Oriente Médio elevou a volatilidade nos mercados internacionais.
A alta do petróleo, acima de US$ 100 por barril, também reforçou as pressões inflacionárias.
No Brasil, o mercado acompanhava ainda a expectativa pela decisão do Copom (Comitê de Política Monetária).
O corte de 0,25 ponto percentual nos juros básicos, para 14,5% ao ano, só foi divulgado após o fechamento das negociações.
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