Paula Laboissière
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Frame: Rede Globo - Jornal Nacional - Arquivo
Brasília/DF - Dez países africanos estão sob alto risco em meio aos surtos de Ebola registrados na República Democrática do Congo e em Uganda.
A avaliação é do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do continente (CDC Africa, na sigla em inglês).
“Temos 2 países afetados e 10 países com alto risco”, disse o presidente da entidade, Jean Kaseya, durante entrevista coletiva.
Os países citados são Sudão do Sul, Ruanda, Quênia, Zâmbia, República Centro-Africana, Tanzânia, Etiópia, Angola, Congo e Burundi.
Segundo Kaseya, fatores como a proximidade com áreas afetadas pelo Ebola e a existência de rotas de viagem ou rotas comerciais, além de fronteiras com baixo monitoramento de casos suspeitos contribuem para a classificação de alto risco.
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Os demais países do continente, de acordo com o presidente do CDC Africa, foram classificados como em risco de registrar casos importados da doença.
“Dependendo da forma como os surtos evoluírem, podemos reconsiderar essa classificação”.
Na sexta-feira (23/05), a OMS (Organização Mundial da Saúde) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de Ebola na República Democrática do Congo.
O anúncio foi feito pelo Diretor-Geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
“O surto de Ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.
Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de Ebola foram confirmados na República Democrática do Congo, além de 7 mortes.
“Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o Diretor-Geral.
O Ministério da Saúde de Uganda reportou neste sábado (23/05) mais 3 casos confirmados no país, incluindo um profissional de saúde, um motorista e uma mulher congolesa que havia visitado a província de Ituri, na República Democrática do Congo.
Com isso, a OMS atualizou para 5 o número de casos confirmados de Ebola em Uganda.
“Neste momento crítico da resposta ao surto, é vital que as autoridades mantenham alta vigilância para controlar a expansão do vírus”, avaliou Tedros.
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A avaliação é do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do continente (CDC Africa, na sigla em inglês).
“Temos 2 países afetados e 10 países com alto risco”, disse o presidente da entidade, Jean Kaseya, durante entrevista coletiva.
Os países citados são Sudão do Sul, Ruanda, Quênia, Zâmbia, República Centro-Africana, Tanzânia, Etiópia, Angola, Congo e Burundi.
Segundo Kaseya, fatores como a proximidade com áreas afetadas pelo Ebola e a existência de rotas de viagem ou rotas comerciais, além de fronteiras com baixo monitoramento de casos suspeitos contribuem para a classificação de alto risco.
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Os demais países do continente, de acordo com o presidente do CDC Africa, foram classificados como em risco de registrar casos importados da doença.
“Dependendo da forma como os surtos evoluírem, podemos reconsiderar essa classificação”.
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O anúncio foi feito pelo Diretor-Geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
“O surto de Ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.
Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de Ebola foram confirmados na República Democrática do Congo, além de 7 mortes.
“Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o Diretor-Geral.
O Ministério da Saúde de Uganda reportou neste sábado (23/05) mais 3 casos confirmados no país, incluindo um profissional de saúde, um motorista e uma mulher congolesa que havia visitado a província de Ituri, na República Democrática do Congo.
Com isso, a OMS atualizou para 5 o número de casos confirmados de Ebola em Uganda.
“Neste momento crítico da resposta ao surto, é vital que as autoridades mantenham alta vigilância para controlar a expansão do vírus”, avaliou Tedros.
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