Agência Amazonas
Fotos: Tiago Corrêa - Secom/AM
Secretaria de Comunicação do Estado do Amazonas
www.agenciaamazonas.am.gov.br
Parintins/AM - O Boi Caprichoso abriu a primeira noite do 59º Festival de Parintins/AM, nesta sexta-feira (26/06), apresentando o ato O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem, primeira narrativa do projeto artístico Brinquedo que Canta Seu Chão.
No Bumbódromo, o Boi Azul e Branco exaltou a memória, a ancestralidade e as raízes culturais que formam a identidade parintinense.
Realizado pelo Governo do Amazonas, o Festival segue até domingo (28/06).
A primeira noite corresponde ao ato O Brinquedo do Povo Canta Parintins, que apresenta a cidade como território de memória, pertencimento, ancestralidade e construção cultural.
A proposta do espetáculo parte da relação do Boi com a Ilha Tupinambarana, seus moradores e os povos que formaram a identidade parintinense.
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Antes da entrada do Boi na Arena, o apresentador oficial do Caprichoso, Edmundo Oran, falou sobre o trabalho desenvolvido pelos artistas e pelo Conselho de Artes ao longo dos últimos meses.
“Caprichoso vem lindo, vem audacioso, vem grandioso, e vem padrão Caprichoso. Nós trabalhamos durante meses nesse projeto Caprichoso Brinquedo que Canta seu Chão, junto com o Conselho de Artes, junto aos artistas, e vamos só executar tudo que foi ensaiado, trabalhado e planejado”, destaca.
“Espero que dê certo para ambas as associações, todo mundo que está envolvido nesses projetos e que esteja maravilhoso no Festival de Parintins”, explica o apresentador.
Na Arena, a primeira noite valorizou os saberes populares, as memórias da cidade e a contribuição dos povos indígenas e das comunidades tradicionais na formação de Parintins/AM.
O espetáculo apresentou o Boi como patrimônio cultural vivo, construído ao longo das gerações por artistas, trabalhadores, brincantes e moradores da ilha. Entre os momentos de maior destaque da apresentação esteve a evolução da Sinhazinha da Fazenda, Valentina Cid.
A defensora do Item 7 surgiu em um praticável com efeito de suspensão no ar, levando o público ao delírio na Arena.
Outro momento de emoção foi a participação de Rei Azevedo na Arena.
Um dos maiores nomes da história do Caprichoso, o Cantor e Compositor voltou a versar pelo Boi Azul e Branco, relembrando sua trajetória como Amo do Boi e emocionando torcedores de diferentes gerações.
Rei Azevedo revolucionou o item ao introduzir o berrante nas apresentações e ficou marcado pelos versos e desafios que se tornaram uma das características do Caprichoso.
O artista defendeu o item oficial de Amo do Boi em dois períodos, entre 1984 e 1998 e, posteriormente, de 2000 a 2003, consolidando seu nome entre os grandes ícones do Festival de Parintins/AM.
TORCIDA AZULADA
Na arquibancada, a expectativa tomou conta da galera azul e branca.
A Gerente de Vendas Suelen Oliveira, de 38 anos, participou pela segunda vez da galera do Caprichoso e falou sobre a emoção de acompanhar o Boi de dentro da arquibancada.
“É a segunda vez que eu venho na galera do meu Boi. É um sentimento que eu não sei explicar, é uma emoção indescritível participar. Todo mundo que vem ao Festival de Parintins/AM, eu convido para ficar pelo menos uma noite na galera do seu Boi”, disse.
“Eu tenho certeza que a galera do Caprichoso se supera a cada ano, este ano vai ser mais uma apresentação e vocês vão se emocionar. E a gente vai levar esse título”, completa a torcedora.
Frequentadora do Festival há mais de 30 anos, a Gerente Administrativa Jeanne Elamid afirmou que a emoção se renova a cada apresentação do Caprichoso.
“O Caprichoso traz essa expectativa de um Festival maravilhoso, de um Festival organizado. As alegorias lindíssimas, perfeitas, tudo bem-acabado”.
“O Caprichoso sempre faz um bom Festival e um bom show. Então, a Galera não pode esperar menos do que isso, já estamos acostumados. Todo ano é a mesma emoção”, acrescenta a torcedora.
“O Caprichoso entrou, a gente fica emocionada, a gente chora, a gente faz de tudo. E a Galera aqui é nota 10. Não tem como não ser”, completa Jeanne.
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Parintins/AM - O Boi Caprichoso abriu a primeira noite do 59º Festival de Parintins/AM, nesta sexta-feira (26/06), apresentando o ato O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem, primeira narrativa do projeto artístico Brinquedo que Canta Seu Chão.
No Bumbódromo, o Boi Azul e Branco exaltou a memória, a ancestralidade e as raízes culturais que formam a identidade parintinense.
Realizado pelo Governo do Amazonas, o Festival segue até domingo (28/06).
A primeira noite corresponde ao ato O Brinquedo do Povo Canta Parintins, que apresenta a cidade como território de memória, pertencimento, ancestralidade e construção cultural.
A proposta do espetáculo parte da relação do Boi com a Ilha Tupinambarana, seus moradores e os povos que formaram a identidade parintinense.
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Antes da entrada do Boi na Arena, o apresentador oficial do Caprichoso, Edmundo Oran, falou sobre o trabalho desenvolvido pelos artistas e pelo Conselho de Artes ao longo dos últimos meses.
“Caprichoso vem lindo, vem audacioso, vem grandioso, e vem padrão Caprichoso. Nós trabalhamos durante meses nesse projeto Caprichoso Brinquedo que Canta seu Chão, junto com o Conselho de Artes, junto aos artistas, e vamos só executar tudo que foi ensaiado, trabalhado e planejado”, destaca.
“Espero que dê certo para ambas as associações, todo mundo que está envolvido nesses projetos e que esteja maravilhoso no Festival de Parintins”, explica o apresentador.
Na Arena, a primeira noite valorizou os saberes populares, as memórias da cidade e a contribuição dos povos indígenas e das comunidades tradicionais na formação de Parintins/AM.
O espetáculo apresentou o Boi como patrimônio cultural vivo, construído ao longo das gerações por artistas, trabalhadores, brincantes e moradores da ilha. Entre os momentos de maior destaque da apresentação esteve a evolução da Sinhazinha da Fazenda, Valentina Cid.
A defensora do Item 7 surgiu em um praticável com efeito de suspensão no ar, levando o público ao delírio na Arena.
Outro momento de emoção foi a participação de Rei Azevedo na Arena.
Um dos maiores nomes da história do Caprichoso, o Cantor e Compositor voltou a versar pelo Boi Azul e Branco, relembrando sua trajetória como Amo do Boi e emocionando torcedores de diferentes gerações.
Rei Azevedo revolucionou o item ao introduzir o berrante nas apresentações e ficou marcado pelos versos e desafios que se tornaram uma das características do Caprichoso.
O artista defendeu o item oficial de Amo do Boi em dois períodos, entre 1984 e 1998 e, posteriormente, de 2000 a 2003, consolidando seu nome entre os grandes ícones do Festival de Parintins/AM.
TORCIDA AZULADA
Na arquibancada, a expectativa tomou conta da galera azul e branca.
A Gerente de Vendas Suelen Oliveira, de 38 anos, participou pela segunda vez da galera do Caprichoso e falou sobre a emoção de acompanhar o Boi de dentro da arquibancada.
“É a segunda vez que eu venho na galera do meu Boi. É um sentimento que eu não sei explicar, é uma emoção indescritível participar. Todo mundo que vem ao Festival de Parintins/AM, eu convido para ficar pelo menos uma noite na galera do seu Boi”, disse.
“Eu tenho certeza que a galera do Caprichoso se supera a cada ano, este ano vai ser mais uma apresentação e vocês vão se emocionar. E a gente vai levar esse título”, completa a torcedora.
Frequentadora do Festival há mais de 30 anos, a Gerente Administrativa Jeanne Elamid afirmou que a emoção se renova a cada apresentação do Caprichoso.
“O Caprichoso traz essa expectativa de um Festival maravilhoso, de um Festival organizado. As alegorias lindíssimas, perfeitas, tudo bem-acabado”.
“O Caprichoso sempre faz um bom Festival e um bom show. Então, a Galera não pode esperar menos do que isso, já estamos acostumados. Todo ano é a mesma emoção”, acrescenta a torcedora.
“O Caprichoso entrou, a gente fica emocionada, a gente chora, a gente faz de tudo. E a Galera aqui é nota 10. Não tem como não ser”, completa Jeanne.
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