Lincoln Chaves
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Site da FIFA
São Paulo/SP - Finalista das últimas 2 Copas do Mundo, a França continua na briga para chegar à decisão pela terceira vez consecutiva e repetir o feito do Brasil entre 1994 e 2002.
Neste sábado (04/07), os Bleus superaram o Paraguai por 1- 0 na Filadélfia, nos Estados Unidos, pelas Oitavas de Final.
Os Bicampeões Mundiais, que vêm de um Vice-Campeonato na edição do Catar, em 2022, terão Marrocos como adversário nas Quartas de Final.
O confronto reedita uma das Semifinais da última Copa. Na ocasião, os franceses ganharam por 2-0.
O reencontro será na próxima quinta-feira (09/06), às 17 horas (de Brasília/DF), em Boston, nos Estados Unidos.
Goleador da Copa ao lado de Lionel Messi, o também atacante Kylian Mbappé balançou as redes na competição deste ano pela sétima vez e segue na cola do argentino na artilharia histórica do Mundial.
O astro dos Bleus acumula incríveis 19 gols em 19 jogos, média de um por partida, enquanto o camisa 10 dos hermanos contabiliza 20 gols.
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O Paraguai, por sua vez, volta a ser frustrado pelos franceses em uma Copa.
Em 1998, na casa dos Bleus, a geração sul-americana com nomes idolatrados em clubes brasileiros, como o lateral Francisco Arce e o zagueiro Carlos Gamarra, caiu nas Oitavas de Final para a França, ao perder por 0-1, na prorrogação.
RETRANCA
Na França, Didier Deschamps fez apenas uma troca na formação que derrotou a Suécia por 3-0 na fase de 16 Avos de Final.
O treinador escolheu Manu Koné para o lugar do também volante Aurélien Tchouaméni.
Preocupado com o poderio ofensivo francês, o treinador Gustavo Alfaro montou o Paraguai fechadinho na defesa, com 3 alterações em relação ao time que eliminou a Alemanha nos pênaltis, após empate por 1-1 com bola rolando.
O zagueiro José Canale saiu, mas outros 2 entraram: Gustavo Velázquez e Omar Alderete. Outro a ir para o banco foi o atacante Gabriel Ávalos.
Pelo meio, Damián Bobadilla, que atua no São Paulo/SP, deu lugar ao também volante Diego Goméz.
No primeiro tempo, a retranca paraguaia deu resultado.
A França controlou a posse da bola em 57% do tempo e trocou 6 vezes mais passes que o adversário, mas sucumbiu à forte marcação no último terço do campo.
Basta dizer que o goleiro Orlando Gill não foi exigido.
Na finalização mais perigosa da seleção europeia, os 21 minutos, Koné arriscou de fora da área, a bola desviou em Diego Gómez e quase surpreendeu os sul-americanos.
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O cenário não se alterou na etapa final.
A França intensificou a pressão, mas novamente, foi com um chute de Koné, de longa distância, aos 9 minutos, que os Bleus conseguiram dar um susto. Gill se esticou no ângulo esquerdo e salvou a finalização.
O desgaste físico não demorou a se manifestar no Paraguai.
Antes mesmo dos 15 minutos, foram duas trocas por cansaço, com Canale no lugar de Alderete e Gustavo Caballero entrando no lugar do atacante Júlio Enciso.
Pouco depois, após tentar uma arrancada pela esquerda, o meia Miguel Almirón não resistiu, desabou no gramado e colocou a mão no posterior da coxa esquerda.
A resistência sul-americana sucumbiu, enfim, aos 19 minutos, após Désiré Doué, que tinha acabado de entrar no lugar do atacante Bradley Barcola, sair driblando na área e ser derrubado por Gómez.
O árbitro Ilgiz Tantashev reviu o lance no vídeo e marcou pênalti a favor da França.
Aos 24 minutos, Mbappé cobrou e não deu chances a Gill.
A partida, então, ficou à feição para os Bleus, com os paraguaios obrigados a se lançarem a frente e cedendo espaços para os contra-ataques.
Em um deles, já nos acréscimos, Mbappé avançou pela esquerda e finalizou 2 vezes, uma da entrada da área e outra no rebote, mas Gill fez 2 grandes defesas.
O Paraguai foi com tudo para o ataque nos instantes finais, mas não foi o suficiente. Assim como em 1998, a França levou a melhor.
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São Paulo/SP - Finalista das últimas 2 Copas do Mundo, a França continua na briga para chegar à decisão pela terceira vez consecutiva e repetir o feito do Brasil entre 1994 e 2002.
Neste sábado (04/07), os Bleus superaram o Paraguai por 1- 0 na Filadélfia, nos Estados Unidos, pelas Oitavas de Final.
Os Bicampeões Mundiais, que vêm de um Vice-Campeonato na edição do Catar, em 2022, terão Marrocos como adversário nas Quartas de Final.
O confronto reedita uma das Semifinais da última Copa. Na ocasião, os franceses ganharam por 2-0.
O reencontro será na próxima quinta-feira (09/06), às 17 horas (de Brasília/DF), em Boston, nos Estados Unidos.
Goleador da Copa ao lado de Lionel Messi, o também atacante Kylian Mbappé balançou as redes na competição deste ano pela sétima vez e segue na cola do argentino na artilharia histórica do Mundial.
O astro dos Bleus acumula incríveis 19 gols em 19 jogos, média de um por partida, enquanto o camisa 10 dos hermanos contabiliza 20 gols.
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O Paraguai, por sua vez, volta a ser frustrado pelos franceses em uma Copa.
Em 1998, na casa dos Bleus, a geração sul-americana com nomes idolatrados em clubes brasileiros, como o lateral Francisco Arce e o zagueiro Carlos Gamarra, caiu nas Oitavas de Final para a França, ao perder por 0-1, na prorrogação.
RETRANCA
Na França, Didier Deschamps fez apenas uma troca na formação que derrotou a Suécia por 3-0 na fase de 16 Avos de Final.
O treinador escolheu Manu Koné para o lugar do também volante Aurélien Tchouaméni.
Preocupado com o poderio ofensivo francês, o treinador Gustavo Alfaro montou o Paraguai fechadinho na defesa, com 3 alterações em relação ao time que eliminou a Alemanha nos pênaltis, após empate por 1-1 com bola rolando.
O zagueiro José Canale saiu, mas outros 2 entraram: Gustavo Velázquez e Omar Alderete. Outro a ir para o banco foi o atacante Gabriel Ávalos.
Pelo meio, Damián Bobadilla, que atua no São Paulo/SP, deu lugar ao também volante Diego Goméz.
No primeiro tempo, a retranca paraguaia deu resultado.
A França controlou a posse da bola em 57% do tempo e trocou 6 vezes mais passes que o adversário, mas sucumbiu à forte marcação no último terço do campo.
Basta dizer que o goleiro Orlando Gill não foi exigido.
Na finalização mais perigosa da seleção europeia, os 21 minutos, Koné arriscou de fora da área, a bola desviou em Diego Gómez e quase surpreendeu os sul-americanos.
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O cenário não se alterou na etapa final.
A França intensificou a pressão, mas novamente, foi com um chute de Koné, de longa distância, aos 9 minutos, que os Bleus conseguiram dar um susto. Gill se esticou no ângulo esquerdo e salvou a finalização.
O desgaste físico não demorou a se manifestar no Paraguai.
Antes mesmo dos 15 minutos, foram duas trocas por cansaço, com Canale no lugar de Alderete e Gustavo Caballero entrando no lugar do atacante Júlio Enciso.
Pouco depois, após tentar uma arrancada pela esquerda, o meia Miguel Almirón não resistiu, desabou no gramado e colocou a mão no posterior da coxa esquerda.
A resistência sul-americana sucumbiu, enfim, aos 19 minutos, após Désiré Doué, que tinha acabado de entrar no lugar do atacante Bradley Barcola, sair driblando na área e ser derrubado por Gómez.
O árbitro Ilgiz Tantashev reviu o lance no vídeo e marcou pênalti a favor da França.
Aos 24 minutos, Mbappé cobrou e não deu chances a Gill.
A partida, então, ficou à feição para os Bleus, com os paraguaios obrigados a se lançarem a frente e cedendo espaços para os contra-ataques.
Em um deles, já nos acréscimos, Mbappé avançou pela esquerda e finalizou 2 vezes, uma da entrada da área e outra no rebote, mas Gill fez 2 grandes defesas.
O Paraguai foi com tudo para o ataque nos instantes finais, mas não foi o suficiente. Assim como em 1998, a França levou a melhor.
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