Lucas Pordeus León
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Frame: Rede Globo - Arquivo
Brasília/DF - O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos sancionou, nesta quarta-feira (01/07), 2 brasileiros e 3 empresas do Brasil acusando-as de supostos vínculos com a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
Uma empresa portuguesa também foi bloqueada, acusada de suposta relação com lavagem de dinheiro do PCC na Flórida.
Esta é a primeira sanção de Washington contra brasileiros ou empresas do Brasil após o governo Donald Trump classificar facções do país como organizações terroristas.
“Essa designação é mais um passo do governo dos Estados Unidos para abordar e reconhecer a crescente presença da geração de receita ilícita do Primeiro Comando da Capital dentro de nossas fronteiras”, disse Gene Lange, subsecretário para Terrorismo e Inteligência Financeira.
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O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos argumenta que a decisão foi resultado de uma investigação da Força-Tarefa de Segurança Interna, em parceria com o Escritório de Campo do FBI em Miami e a Seção de Lavagem de Dinheiro, Narcóticos e Confisco do Departamento de Justiça norte-americano.
“Essa abordagem unificada e abrangente do governo garante a coordenação operacional para maximizar o impacto contra as redes criminosas transnacionais”, diz comunicado do Ofac (Escritório de Controle de Ativos de Estrangeiros).
Os alvos brasileiros das sanções são Victor Henrique de Oliveira Shimada (Shimada) e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira (Stella).
Os Estados Unidos acusam Shimada de ser o “elo fundamental” do PCC com membros da facção na Flórida, que teria lavado mais de US$ 30 milhões em “diversas cidades” dos Estados Unidos.
Ele seria o dono da empresa Victory Trading, também sancionada pelo Ofac.
Stella é acusada pelos Estados Unidos de ter trabalhado como “secretária” de Shimada, sendo ainda sua parente.
A Ofac aplicou sanções ainda a 4 empresas supostamente ligadas a Shimada - a Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia Ltda; a Pixwave Soluções de Pagamentos Ltda; a Wave Construções Inteligentes Ltda; e a Avenidas Flutuantes Unipessoal Ltda.
A Victory Trading e a Pixwave são empresas de serviços financeiros; a Wave é uma construtora; e a Avenidas Flutuantes é uma empresa de transporte e armazenagem com sede perto de Lisboa, Portugal.
Como resultado das sanções, estão bloqueados todos os bens das pessoas e empresas alvos, que estejam nos Estados Unidos ou sob controle de pessoas do país.
“Além disso, instituições financeiras e outras pessoas podem estar sujeitas a sanções por se envolverem em certas transações ou atividades envolvendo pessoas designadas ou bloqueadas”, diz comunicado da Ofac.
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Brasília/DF - O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos sancionou, nesta quarta-feira (01/07), 2 brasileiros e 3 empresas do Brasil acusando-as de supostos vínculos com a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
Uma empresa portuguesa também foi bloqueada, acusada de suposta relação com lavagem de dinheiro do PCC na Flórida.
Esta é a primeira sanção de Washington contra brasileiros ou empresas do Brasil após o governo Donald Trump classificar facções do país como organizações terroristas.
“Essa designação é mais um passo do governo dos Estados Unidos para abordar e reconhecer a crescente presença da geração de receita ilícita do Primeiro Comando da Capital dentro de nossas fronteiras”, disse Gene Lange, subsecretário para Terrorismo e Inteligência Financeira.
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O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos argumenta que a decisão foi resultado de uma investigação da Força-Tarefa de Segurança Interna, em parceria com o Escritório de Campo do FBI em Miami e a Seção de Lavagem de Dinheiro, Narcóticos e Confisco do Departamento de Justiça norte-americano.
“Essa abordagem unificada e abrangente do governo garante a coordenação operacional para maximizar o impacto contra as redes criminosas transnacionais”, diz comunicado do Ofac (Escritório de Controle de Ativos de Estrangeiros).
Os alvos brasileiros das sanções são Victor Henrique de Oliveira Shimada (Shimada) e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira (Stella).
Os Estados Unidos acusam Shimada de ser o “elo fundamental” do PCC com membros da facção na Flórida, que teria lavado mais de US$ 30 milhões em “diversas cidades” dos Estados Unidos.
Ele seria o dono da empresa Victory Trading, também sancionada pelo Ofac.
Stella é acusada pelos Estados Unidos de ter trabalhado como “secretária” de Shimada, sendo ainda sua parente.
A Ofac aplicou sanções ainda a 4 empresas supostamente ligadas a Shimada - a Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia Ltda; a Pixwave Soluções de Pagamentos Ltda; a Wave Construções Inteligentes Ltda; e a Avenidas Flutuantes Unipessoal Ltda.
A Victory Trading e a Pixwave são empresas de serviços financeiros; a Wave é uma construtora; e a Avenidas Flutuantes é uma empresa de transporte e armazenagem com sede perto de Lisboa, Portugal.
Como resultado das sanções, estão bloqueados todos os bens das pessoas e empresas alvos, que estejam nos Estados Unidos ou sob controle de pessoas do país.
“Além disso, instituições financeiras e outras pessoas podem estar sujeitas a sanções por se envolverem em certas transações ou atividades envolvendo pessoas designadas ou bloqueadas”, diz comunicado da Ofac.
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