Cristina Índio do Brasil
Foto: Tomaz Silva
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Rio de Janeiro/RJ - Pela primeira vez a América Latina vai receber uma edição da Conferência Internacional da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles) - Associação Mundial de Bandas e Conjuntos Sinfônicos, que receberá músicos de vários países, entre os dias 20 e 25 de Julho, no Rio de Janeiro/RJ, e dia 26 em Niterói/RJ.
Esta será a 21ª Edição do Festival único de bandas de sopro, que já passou por 15 países da Europa, América do Norte e Ásia.
O encontro reúne, a cada 2 anos, bandas, grupos, regentes, músicos e especialistas de música sinfônica.
O Diretor Executivo do Comitê Organizador local da WASBE Rio 2026, Marcelo Jardim, conta que a expectativa é muito grande porque vão ocorrer em torno de 50 concertos e mais de 200 oficinas musicais.
Além disso, o Festival está dando gratuidade para todos os programas sociais.
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As apresentações estão distribuídas por diversos espaços no Rio de Janeiro/RJ como a Sala Cecília Meireles, o Palácio Capanema, o Theatro Municipal, a Escola de Música da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o Passeio Público, a Fortaleza São José, entre outros, tendo a Ilha Fiscal como local da abertura.
O Professor Marcelo Jardim, que também é Vice-Diretor e Diretor Artístico da Escola de Música da UFRJ, destacou que a programação oferece oficinas instrumentais na Escola de Música da UFRJ entre os dias 21 e 25 de Julho, com atividades pedagógicas para alunos de projetos sociais que provocaram grande demanda.
“Basicamente lotaram as oficinas. Estamos com quase 800 alunos inscritos para a semana”, revelou.
Para o Diretor, além de promover a formação de público, a Conferência tem capacidade de fomentar a mobilização do poder público em torno das bandas.
“A gente está envolvendo muitos gestores públicos nessa conferência porque o Brasil é um país de bandas sinfônicas. A banda sinfônica é uma orquestra que não tem [instrumentos de] cordas. Temos muitas dessas agremiações no Brasil fazendo música de qualidade”, observa.
“Villa Lobos dizia que a banda é o verdadeiro conservatório de música do povo brasileiro”, destaca, lembrando o Compositor, Maestro, Violoncelista, Pianista e Violonista brasileiro, Heitor Villa-Lobos.
O Diretor avaliou que essa semana vai chamar muita atenção de gestores públicos para a importância das bandas de música, até mesmo para que elas passem a ser incluídas em editais de Cultura, que ainda não contemplam recursos para esata categoria.
“Os editais preveem para todas as linhas de Cultura, mas as bandas ficaram de fora. A gente está com um movimento de bandas ainda muito forte no Brasil e é o que alavanca o interior. Tem muitas cidades que a maior manifestação cultural é uma banda de música”, defendeu.
O Festival é promovido com a UFRJ em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro/RJ, Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro, Funarte (Fundação Nacional de Artes), Fundação de Artes de Niterói/RJ, e apoio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Centro Educacional da Serra dos Órgãos, da Marinha e do Exército do Brasil e Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.
“Com essa junção de forças a gente conseguiu emplacar a candidatura do Rio [de Janeiro] e houve uma mobilização não só no Rio [de Janeiro], mas no Brasil e na América Latina, pelo fato ser a primeira vez que a gente está fazendo a primeira Conferência Internacional de bandas sinfônicas na América Latina da Wasbe”, afirma o Diretor Executivo.
Segundo o Professor Jardim, no Brasil existem 6 mil bandas de metais e percussão em atividade, com potencial de chegar a 10 mil, porque muitas estão inativas porque ainda não conseguiram retornar após a pandemia de Covid-19.
As regiões Sudeste e Sul são as que concentram mais grupos.
“Minas Gerais com mais de 800 bandas talvez seja o Estado que tem maior número de bandas”, comentou.
Foto: Tomaz Silva
Agência Brasil de Comunicação
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Rio de Janeiro/RJ - Pela primeira vez a América Latina vai receber uma edição da Conferência Internacional da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles) - Associação Mundial de Bandas e Conjuntos Sinfônicos, que receberá músicos de vários países, entre os dias 20 e 25 de Julho, no Rio de Janeiro/RJ, e dia 26 em Niterói/RJ.
Esta será a 21ª Edição do Festival único de bandas de sopro, que já passou por 15 países da Europa, América do Norte e Ásia.
O encontro reúne, a cada 2 anos, bandas, grupos, regentes, músicos e especialistas de música sinfônica.
O Diretor Executivo do Comitê Organizador local da WASBE Rio 2026, Marcelo Jardim, conta que a expectativa é muito grande porque vão ocorrer em torno de 50 concertos e mais de 200 oficinas musicais.
Além disso, o Festival está dando gratuidade para todos os programas sociais.
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As apresentações estão distribuídas por diversos espaços no Rio de Janeiro/RJ como a Sala Cecília Meireles, o Palácio Capanema, o Theatro Municipal, a Escola de Música da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o Passeio Público, a Fortaleza São José, entre outros, tendo a Ilha Fiscal como local da abertura.
O Professor Marcelo Jardim, que também é Vice-Diretor e Diretor Artístico da Escola de Música da UFRJ, destacou que a programação oferece oficinas instrumentais na Escola de Música da UFRJ entre os dias 21 e 25 de Julho, com atividades pedagógicas para alunos de projetos sociais que provocaram grande demanda.
“Basicamente lotaram as oficinas. Estamos com quase 800 alunos inscritos para a semana”, revelou.
Para o Diretor, além de promover a formação de público, a Conferência tem capacidade de fomentar a mobilização do poder público em torno das bandas.
“A gente está envolvendo muitos gestores públicos nessa conferência porque o Brasil é um país de bandas sinfônicas. A banda sinfônica é uma orquestra que não tem [instrumentos de] cordas. Temos muitas dessas agremiações no Brasil fazendo música de qualidade”, observa.
“Villa Lobos dizia que a banda é o verdadeiro conservatório de música do povo brasileiro”, destaca, lembrando o Compositor, Maestro, Violoncelista, Pianista e Violonista brasileiro, Heitor Villa-Lobos.
O Diretor avaliou que essa semana vai chamar muita atenção de gestores públicos para a importância das bandas de música, até mesmo para que elas passem a ser incluídas em editais de Cultura, que ainda não contemplam recursos para esata categoria.
“Os editais preveem para todas as linhas de Cultura, mas as bandas ficaram de fora. A gente está com um movimento de bandas ainda muito forte no Brasil e é o que alavanca o interior. Tem muitas cidades que a maior manifestação cultural é uma banda de música”, defendeu.
O Festival é promovido com a UFRJ em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro/RJ, Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro, Funarte (Fundação Nacional de Artes), Fundação de Artes de Niterói/RJ, e apoio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Centro Educacional da Serra dos Órgãos, da Marinha e do Exército do Brasil e Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.
“Com essa junção de forças a gente conseguiu emplacar a candidatura do Rio [de Janeiro] e houve uma mobilização não só no Rio [de Janeiro], mas no Brasil e na América Latina, pelo fato ser a primeira vez que a gente está fazendo a primeira Conferência Internacional de bandas sinfônicas na América Latina da Wasbe”, afirma o Diretor Executivo.
Segundo o Professor Jardim, no Brasil existem 6 mil bandas de metais e percussão em atividade, com potencial de chegar a 10 mil, porque muitas estão inativas porque ainda não conseguiram retornar após a pandemia de Covid-19.
As regiões Sudeste e Sul são as que concentram mais grupos.
“Minas Gerais com mais de 800 bandas talvez seja o Estado que tem maior número de bandas”, comentou.


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