Confira os atos de campanha dos candidatos à Presidência da República

Agência Brasil
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Brasília/DF - A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira (28/08) incluiu sabatinas e debates, além de caminhadas e ações de campanha em diferentes cidades.

Os concorrentes ao Palácio do Planalto também participaram de panfletagens, encontros com apoiadores, debates em instituições de ensino e participação em feiras e eventos culturais.

Confira como foi a agenda de campanha dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira (28/08).

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva participou de uma caminhada do Largo do Guarani até o Plano Inclinado, no centro de Salvador/BA.

Lula disse que uma de suas prioridades, se reeleito, será ampliar os investimentos em políticas educacionais.

“Queremos fazer mais investimentos e escolher os cursos que a gente vai investir para que o Brasil possa disputar tecnologia com a China e os Estados Unidos e desenvolver o país”, afirmou.

Flávio Bolsonaro (PL)
O candidato Flávio Bolsonaro participou da sabatina na TV Globo.

Renan Santos (Missão)
O candidato Renan Santos visitou a Favela do Taquaril, em Belo Horizonte/MG.

No Centro da cidade, teve ação com candidatos apoiadores.

Ele ainda concederá entrevista à imprensa e participará de encontro com integrantes do partido, em um congresso estadual no Minas Ouro Hotel.

Ronaldo Caiado (PSD)
No Rio de Janeiro/RJ, o candidato Ronaldo Caiado prometeu, se eleito, resgatar a reforma trabalhista e cortar cargos e salários no funcionalismo público.

“Eu sendo eleito, dia 5 de Janeiro, dia da posse, estarei [pronto] com o resgate da reforma trabalhista também que foi totalmente mutilada pelo STF e provocando um problema sério”, afirmou.

A declaração de Caiado ocorreu em evento com empresários e estudantes do programa Jovem Aprendiz, organizado pela ACRJ (Associação Comercial do Rio de Janeiro), Fecomércio RJ e Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro).

Sobre o fim da escala 6x1, o candidato disse não ser contrário ao direito de uma jornada de trabalho menor, mas que buscará “alternativas” para que nenhuma empresa “seja penalizada”.

Augusto Cury (Avante)
O candidato Augusto Cury participou de sabatina dos veículos O Globo, Valor Econômico e CBN, no Rio de Janeiro/RJ.

Romeu Zema (Novo)
Em agenda em Porto Alegre/RS, no Rio Grande do Sul, o candidato Romeu Zema se encontrou com lideranças evangélicas.

Ele voltou a falar que seu primeiro ato, caso seja eleito, será acabar com as bets.

O candidato ouviu ainda relatos de como milhares de famílias têm sido afetadas pelo vício nas apostas.

Rui Costa Pimenta (PCO)
O candidato Rui Costa Pimenta participou do programa da Causa Operária TV.

Na sequência, se reuniu com a coordenação de campanha.

De acordo com a agenda, o candidato viajará à noite para o Rio Grande do Sul, onde inicia no sábado (29/08) uma série de atividades da campanha.

Samara Martins (UP)
A candidata Samara Martins participou de caminhada pelo Centro de São Paulo/SP e de debates na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) e na Universidade Zumbi dos Palmares.

Wilson Grassi (Democrata)
O candidato Wilson Grassi não teve agenda pública de campanha.

Clariana Barão (DC)
A candidata Clariana Barão não teve agenda pública de campanha.

Edmilson Costa (PCB)
O candidato Edmilson Costa teve agenda no Rio de Janeiro/RJ, onde fez panfletagem na porta do edifício da Petrobras e participou do lançamento do Livro Fidel: Agora e Sempre.

Ele defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 e propôs a estatização do ensino universitário privado.

“Nós vamos com essa medida colocar um ensino gratuito e de qualidade para a nossa juventude”, afirmou.

Hertz Dias (PSTU)
O candidato Hertz Dias participou de panfletagem no centro de Natal/RN, de uma mobilização de trabalhadores da saúde e de um encontro com apoiadores do PSTU.

Segundo Hertz Dias, as principais bandeiras de sua campanha são o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e de direitos trabalhistas.

“A riqueza produzida pelos trabalhadores precisa retornar para quem a produz, e não apenas aumentar os lucros das grandes empresas”, disse.

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