Paula Laboissière
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Foto: Ricardo Stuckter - Presidência da República
Brasília/DF - O Secretário-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, abriu a 81ª Assembleia Geral da entidade nesta terça-feira (22/09) alertando para o avanço de conflitos e guerras, para ataques contra civis e trabalhadores humanitários e para o aprofundamento de divisões geopolíticas.
“Nosso futuro será moldado pela forma como enfrentarmos 4 grandes testes de poder”, disse, citando conflitos armados e guerras, desigualdade, mudanças climáticas e Inteligência Artificial.
Ao abordar especificamente conflitos e guerras no Oriente Médio, na Ucrânia, no Sudão e em Mianmar, Guterres avaliou que o cenário demonstra o que acontece quando o poder sai do controle, a força se sobrepõe à diplomacia e a responsabilização não acontece.
“Não estamos diante de crises separadas. Estamos diante de capítulos de uma mesma história: a história do poder — como ele é usado e como está mudando”, destacou em seu último discurso como Secretário-Geral da ONU, já que seu segundo mandato de 5 anos à frente da entidade se encerra em Dezembro.
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Entre os principais riscos citados por Guterres está o avanço da Inteligência Artificial que, em sua avaliação, pode estar se desenvolvendo mais rápido do que a capacidade da própria humanidade de compreender seus efeitos.
“Mesmo aqueles que criaram a Inteligência Artificial dizem que estão ficando cegos diante dela”, disse.
“O perigo não é a tecnologia. O perigo é a tecnologia sem responsabilidade”, completou, ao conclamar os governos a fortalecerem o diálogo, a transparência, a confiança e a cooperação.
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Brasília/DF - O Secretário-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, abriu a 81ª Assembleia Geral da entidade nesta terça-feira (22/09) alertando para o avanço de conflitos e guerras, para ataques contra civis e trabalhadores humanitários e para o aprofundamento de divisões geopolíticas.
“Nosso futuro será moldado pela forma como enfrentarmos 4 grandes testes de poder”, disse, citando conflitos armados e guerras, desigualdade, mudanças climáticas e Inteligência Artificial.
Ao abordar especificamente conflitos e guerras no Oriente Médio, na Ucrânia, no Sudão e em Mianmar, Guterres avaliou que o cenário demonstra o que acontece quando o poder sai do controle, a força se sobrepõe à diplomacia e a responsabilização não acontece.
“Não estamos diante de crises separadas. Estamos diante de capítulos de uma mesma história: a história do poder — como ele é usado e como está mudando”, destacou em seu último discurso como Secretário-Geral da ONU, já que seu segundo mandato de 5 anos à frente da entidade se encerra em Dezembro.
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Entre os principais riscos citados por Guterres está o avanço da Inteligência Artificial que, em sua avaliação, pode estar se desenvolvendo mais rápido do que a capacidade da própria humanidade de compreender seus efeitos.
“Mesmo aqueles que criaram a Inteligência Artificial dizem que estão ficando cegos diante dela”, disse.
“O perigo não é a tecnologia. O perigo é a tecnologia sem responsabilidade”, completou, ao conclamar os governos a fortalecerem o diálogo, a transparência, a confiança e a cooperação.
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