Por Cláudio Nobre
Professor e Mestre em Ciências da Educação
Manaus/AM - A manifestação do Presidente da maior Federação Esportiva do Estado do Amazonas, na última segunda-feira (07/09), a de Futebol, é apenas a ponta de um ICEBERG que é a agonia de fazer acontecer o Esporte no Estado.
A realidade é que nunca no Amazonas, se teve no Esporte, um projeto minimamente adequado para desenvolver ou apoiar o Esporte.
A culpa disso sempre foi, primeiro do próprio segmento que nunca se uniu para agir com firmeza e cobrar seu lugar e a outra culpa e principal, é dos governantes que sempre transformaram suas Secretarias de Esporte em secretarias de assistencialismo.
E o reflexo disso, é que o esporte vive num eterno ciclo de poucos resultados, que quando surgem, é devido a trabalhos isolados em 90% dos casos, ou devido à sorte de atletas que surgem, que ocorreram explicados pela teoria de Charles Darwin em “A Evolução das Espécies”, onde mesmo sem apoio, vez ou outra surgem atletas muito bons.
AI QUE SAUDADE DO ALDEMAR
Esse é um Artigo que tenho em minha mente todo desenhado, cujo título remete ao Professor Aldemar Afonso, que em nossa opinião foi o melhor gestor das praças esportivas do Amazonas, mas que a síntese do mesmo (o Artigo), é sobre minhas “brigas” com o Aldemar, que mesmo tendo sido o melhor administrador das praças esportivas, o Esporte tal qual como hoje, sofria de falta de apoio minimamente necessário para se desenvolver, apesar de que o Aldemar também foi o que mais apoiou.
O Professor Aldemar, passou muitos anos na Fundação Vila Olímpica, e com todas as dificuldades de falta de verbas específicas pro Esporte (isso é uma constante), mantinha de maneira adequada as instalações e jamais, vamos por exemplo citar o templo de nosso Esporte que é exatamente a Vila Olímpica de Manaus/AM, esteve como está atualmente.
É só ir lá fazer uma visita... De noite o perigo é impressionante, depois, passar pelas Quadras, o Hotel já quase em ruínas, o Restaurante sem funcionar, no Parque Aquático, na Pista de Atletismo e etc.
O Parque Aquático é uma tristeza! Outrora referência no Brasil, destruíram as piscinas que eram boas, sumiram com o placar eletrônico instalado lá e que sempre funcionou, depois instalaram uma das piscinas olímpicas da RIO 16, ai conseguiram desativar o sistema de filtragem da piscina digitalizado.
O Parque Aquático não receberá mais nenhum evento nessa temporada e o motivo, pasmem: não possui raias adequadas e sem raias, impossível fazer competições.
Aqui no Amazonas, desde sempre, NÃO se tem um projeto mínimo adequado para desenvolver o Esporte, mas ao menos tínhamos instalações melhores administradas.
Contudo, hoje não temos nenhum nem outro, por isso que digo “AI QUE SAUDADE DO ALDEMAR”.
TUDO TEM SUA HORA
E está mais do que na hora de o Esporte ser visto de outra maneira aqui no nosso Estado.
As palavras vindas de alguém da envergadura política que têm o Presidente da FAF (Federação Amazonense de Futebol)F e um dos parlamentares do Estado mais atuantes e influentes, o deputado ROZENHA, não obstante aos laços de amizade que temos, nos traz um alento.
Pois defender, que o financiamento público do Esporte, seja feito a partir de CRITÉRIOS OBJETIVOS, é tudo o que sempre sonhamos, pois assim, surgiria finalmente um projeto de desenvolvimento do Esporte.
Que dentre os critérios citados (alcance social, quantidade de atletas, número de competições, municípios envolvidos e cadeia econômica movimentada pelas modalidades), eu acrescentaria um que talvez seja o mais importante, RESULTADOS ALCANÇADOS.
Seria separado, finalmente, o “Joio do Trigo” e a “César o que é de César”, poderia funcionar.
ATITUDE PEQUENA
A atitude de brecar ao futebol apoio por questão política é tão rasa que mostra como poderá ser depois do fundo do poço, onde o Esporte do Amazonas está, no próximo ano.
O Futebol, onde atuamos como Diretor de Competições da FAF, além de ser Esporte, é a maior expressão cultural também do brasileiro e merece outra sorte.
NÃO merece ter a Colina sem iluminação, termos de realizar finais dos Estaduais fora da Arena da Amazônia, pois esta é alugada para festas.
NÃO merece [o Futebol] vermos as praças esportivas sendo utilizadas para todos os tipos de peladas.
Precisa ter a continuidade da inclusão de nossos amigos do interior, inseridos em uma competição dinâmica (Copa da Floresta) que faz pulsar forte o coração das pessoas das cidades participantes e mais ainda as que recebem jogos. Cabe ressaltar que a competição foi custeada inteiramente esse ano por recursos vindos do próprio bolso do Presidente, como foi também a compra (com custo altíssimo para nosso padrão) do equipamento VAR para apoiar a arbitragem. O Futebol precisa de SORTE diferente.
CADA MACACO NO SEU GALHO
Ao longo dos anos as Secretarias de Governo de Esportes, foram transformadas para prestarem apoio a praticamente atividades assistenciais e, nada contra e pessoal a respeito das pessoas que ocupam os cargos.
O atual secretário por exemplo, pessoa muito educada, ponderada, um gentleman, mas e o que o seu seguimento de atuação tem a ver com o esporte?
A não união de quem atua no Esporte é, sem dúvidas, o primeiro motivo de o Esporte ser subjugado.
Porém, somente se muda o status atual, com atuação política e, se há políticos que podem mudar essa realidade, serão os que de fato gostam do Esporte e todos, absolutamente todos que atuam no seguimento esportivo no Amazonas, caso não tenham proximidades com outros candidatos, deveriam seguir nessa direção.
Professor e Mestre em Ciências da Educação
Manaus/AM - A manifestação do Presidente da maior Federação Esportiva do Estado do Amazonas, na última segunda-feira (07/09), a de Futebol, é apenas a ponta de um ICEBERG que é a agonia de fazer acontecer o Esporte no Estado.
A realidade é que nunca no Amazonas, se teve no Esporte, um projeto minimamente adequado para desenvolver ou apoiar o Esporte.
A culpa disso sempre foi, primeiro do próprio segmento que nunca se uniu para agir com firmeza e cobrar seu lugar e a outra culpa e principal, é dos governantes que sempre transformaram suas Secretarias de Esporte em secretarias de assistencialismo.
E o reflexo disso, é que o esporte vive num eterno ciclo de poucos resultados, que quando surgem, é devido a trabalhos isolados em 90% dos casos, ou devido à sorte de atletas que surgem, que ocorreram explicados pela teoria de Charles Darwin em “A Evolução das Espécies”, onde mesmo sem apoio, vez ou outra surgem atletas muito bons.
AI QUE SAUDADE DO ALDEMAR
Esse é um Artigo que tenho em minha mente todo desenhado, cujo título remete ao Professor Aldemar Afonso, que em nossa opinião foi o melhor gestor das praças esportivas do Amazonas, mas que a síntese do mesmo (o Artigo), é sobre minhas “brigas” com o Aldemar, que mesmo tendo sido o melhor administrador das praças esportivas, o Esporte tal qual como hoje, sofria de falta de apoio minimamente necessário para se desenvolver, apesar de que o Aldemar também foi o que mais apoiou.
O Professor Aldemar, passou muitos anos na Fundação Vila Olímpica, e com todas as dificuldades de falta de verbas específicas pro Esporte (isso é uma constante), mantinha de maneira adequada as instalações e jamais, vamos por exemplo citar o templo de nosso Esporte que é exatamente a Vila Olímpica de Manaus/AM, esteve como está atualmente.
É só ir lá fazer uma visita... De noite o perigo é impressionante, depois, passar pelas Quadras, o Hotel já quase em ruínas, o Restaurante sem funcionar, no Parque Aquático, na Pista de Atletismo e etc.
O Parque Aquático é uma tristeza! Outrora referência no Brasil, destruíram as piscinas que eram boas, sumiram com o placar eletrônico instalado lá e que sempre funcionou, depois instalaram uma das piscinas olímpicas da RIO 16, ai conseguiram desativar o sistema de filtragem da piscina digitalizado.
O Parque Aquático não receberá mais nenhum evento nessa temporada e o motivo, pasmem: não possui raias adequadas e sem raias, impossível fazer competições.
Aqui no Amazonas, desde sempre, NÃO se tem um projeto mínimo adequado para desenvolver o Esporte, mas ao menos tínhamos instalações melhores administradas.
Contudo, hoje não temos nenhum nem outro, por isso que digo “AI QUE SAUDADE DO ALDEMAR”.
TUDO TEM SUA HORA
E está mais do que na hora de o Esporte ser visto de outra maneira aqui no nosso Estado.
As palavras vindas de alguém da envergadura política que têm o Presidente da FAF (Federação Amazonense de Futebol)F e um dos parlamentares do Estado mais atuantes e influentes, o deputado ROZENHA, não obstante aos laços de amizade que temos, nos traz um alento.
Pois defender, que o financiamento público do Esporte, seja feito a partir de CRITÉRIOS OBJETIVOS, é tudo o que sempre sonhamos, pois assim, surgiria finalmente um projeto de desenvolvimento do Esporte.
Que dentre os critérios citados (alcance social, quantidade de atletas, número de competições, municípios envolvidos e cadeia econômica movimentada pelas modalidades), eu acrescentaria um que talvez seja o mais importante, RESULTADOS ALCANÇADOS.
Seria separado, finalmente, o “Joio do Trigo” e a “César o que é de César”, poderia funcionar.
ATITUDE PEQUENA
A atitude de brecar ao futebol apoio por questão política é tão rasa que mostra como poderá ser depois do fundo do poço, onde o Esporte do Amazonas está, no próximo ano.
O Futebol, onde atuamos como Diretor de Competições da FAF, além de ser Esporte, é a maior expressão cultural também do brasileiro e merece outra sorte.
NÃO merece ter a Colina sem iluminação, termos de realizar finais dos Estaduais fora da Arena da Amazônia, pois esta é alugada para festas.
NÃO merece [o Futebol] vermos as praças esportivas sendo utilizadas para todos os tipos de peladas.
Precisa ter a continuidade da inclusão de nossos amigos do interior, inseridos em uma competição dinâmica (Copa da Floresta) que faz pulsar forte o coração das pessoas das cidades participantes e mais ainda as que recebem jogos. Cabe ressaltar que a competição foi custeada inteiramente esse ano por recursos vindos do próprio bolso do Presidente, como foi também a compra (com custo altíssimo para nosso padrão) do equipamento VAR para apoiar a arbitragem. O Futebol precisa de SORTE diferente.
CADA MACACO NO SEU GALHO
Ao longo dos anos as Secretarias de Governo de Esportes, foram transformadas para prestarem apoio a praticamente atividades assistenciais e, nada contra e pessoal a respeito das pessoas que ocupam os cargos.
O atual secretário por exemplo, pessoa muito educada, ponderada, um gentleman, mas e o que o seu seguimento de atuação tem a ver com o esporte?
A não união de quem atua no Esporte é, sem dúvidas, o primeiro motivo de o Esporte ser subjugado.
Porém, somente se muda o status atual, com atuação política e, se há políticos que podem mudar essa realidade, serão os que de fato gostam do Esporte e todos, absolutamente todos que atuam no seguimento esportivo no Amazonas, caso não tenham proximidades com outros candidatos, deveriam seguir nessa direção.


O Professor Claudio Nobre é extremamente competente e precisa ser apoiado nos seus projetos em prol do esporte amazonense !
ResponderExcluirDe fato, o Professor Cláudio tem muita competência no que faz e precisa ser apoiado.
ExcluirObrigado pela visita e leitura ao Blog do Teófilo, Josué Nobre
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