Teófilo Benarrós de Mesquita
Foto: Valter Campanato - Agência Brasil
Manaus/AM - Candidato derrotado a Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) fugiu para os Estados Unidos, nesta terça-feira (27/10).
A fuga ocorre menos de 48 horas após a derrota em 2º turno e também após ele ser comunicado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que deveria entregar seu passaporte e de estar proibido de deixar o país.
Flávio Bolsonaro fugiu clandestinamente para a Argentina, de onde seguiu, em jatinho fretado, para os Estados Unidos.
Viajaram, junto com o senador, a esposa e as duas filhas, uma de 14 anos e outra de 12 anos.
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Flávio responde a dois processos no STF. Em um deles, é investigado por lavagem de dinheiro.
O processo apura sua relação com o advogado Willer Tomaz, suspeito de movimentações financeiras irregulares envolvendo empresas e plataformas de apostas.
Em um segundo inquérito, Flávio é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas relacionadas ao financiamento do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro.
Flávio nega irregularidades e afirma que o projeto utiliza recursos privados obtidos legalmente.
Há gravações porém que mostram Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro prometido pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a conclusão do filme.
Suspeita-se que é com esses valores, repassados por Vorcaro, que Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos.
A decisão para entrega do passaporte de Flávio Bolsonaro e proibição de deixar o Brasil foi do Ministro Alexandre de Moraes.
A ação ocorreu que Eduardo Bolsonaro, sugeriu, após a derrota, que Flávio fugisse para os Estados Unidos.
Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF a 4 anos e 2 meses de prisão por coação em processo sobre trama golpista.
O irmão de Flávio, porém, fugiu para os Estados Unidos em março de 2025, abandonando o cargo de deputado federal e escrivão da Polícia Federal.
Apesar do abandono dos cargos, Eduardo recebeu os salários normalmente, mesmo foragido.
Em dezembro de 2025 ele foi cassado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, por ausência sem justificativas. Da Polícia Federal, ele foi exonerado este ano.
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Foto: Valter Campanato - Agência Brasil
Manaus/AM - Candidato derrotado a Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) fugiu para os Estados Unidos, nesta terça-feira (27/10).
A fuga ocorre menos de 48 horas após a derrota em 2º turno e também após ele ser comunicado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que deveria entregar seu passaporte e de estar proibido de deixar o país.
Flávio Bolsonaro fugiu clandestinamente para a Argentina, de onde seguiu, em jatinho fretado, para os Estados Unidos.
Viajaram, junto com o senador, a esposa e as duas filhas, uma de 14 anos e outra de 12 anos.
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Flávio responde a dois processos no STF. Em um deles, é investigado por lavagem de dinheiro.
O processo apura sua relação com o advogado Willer Tomaz, suspeito de movimentações financeiras irregulares envolvendo empresas e plataformas de apostas.
Em um segundo inquérito, Flávio é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas relacionadas ao financiamento do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro.
Flávio nega irregularidades e afirma que o projeto utiliza recursos privados obtidos legalmente.
Há gravações porém que mostram Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro prometido pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a conclusão do filme.
Suspeita-se que é com esses valores, repassados por Vorcaro, que Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos.
A decisão para entrega do passaporte de Flávio Bolsonaro e proibição de deixar o Brasil foi do Ministro Alexandre de Moraes.
A ação ocorreu que Eduardo Bolsonaro, sugeriu, após a derrota, que Flávio fugisse para os Estados Unidos.
Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF a 4 anos e 2 meses de prisão por coação em processo sobre trama golpista.
O irmão de Flávio, porém, fugiu para os Estados Unidos em março de 2025, abandonando o cargo de deputado federal e escrivão da Polícia Federal.
Apesar do abandono dos cargos, Eduardo recebeu os salários normalmente, mesmo foragido.
Em dezembro de 2025 ele foi cassado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, por ausência sem justificativas. Da Polícia Federal, ele foi exonerado este ano.
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