Wellton Máximo
Foto: Fernando Frazão
Agência Brasil de Comunicação
www.agenciabrasil.ebc.gov.br
Brasília/DF - A manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) foi alvo de críticas do setor produtivo.
Entidades da Indústria e do Comércio apontam prejuízos à atividade econômica, ao crédito, aos investimentos e ao orçamento público.
O deputado Lindbergh Farias (PT/RJ) também criticou a decisão.
Em nota, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) classificou a decisão como equivocada e excessivamente conservadora.
Para a entidade, a manutenção dos juros elevados encarece o crédito, prejudica empresas e famílias e desacelera a Economia.
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O presidente da Confederação, Ricardo Alban (foto da postagem), defendeu a retomada dos cortes na próxima reunião do Copom, prevista para dezembro.
“É possível continuar diminuindo os juros em ritmo compatível com a convergência da inflação para a meta, sem impor à Economia um custo maior do que o necessário para assegurar a estabilidade dos preços”, afirmou.
A entidade também destacou o aumento do endividamento das famílias e a pressão sobre os custos de financiamento das empresas.
O Economista-Chefe da Apas (Associação Paulista de Supermercados), Felipe Queiroz, afirmou que os juros elevados prejudicam Comércio, Serviços e Indústria, além de limitar o consumo e os investimentos.
“Está na hora de o Banco Central adotar uma política monetária que tanto controle a inflação quanto não prejudique o ritmo de atividade econômica”, declarou.
Queiroz acrescentou que a taxa de juros é um impedimento ao crescimento econômico e citou a expectativa de expansão inferior a 2% neste ano.
A Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) criticaram a manutenção da Selic.
Para a presidenta da Contraf e vice-presidente da CUT, Juvandia Moreira, a política monetária amplia o endividamento e compromete recursos públicos.
“Quanto mais alta a Selic, maior também será a dívida do Estado, com menos recursos sobrando para o que importa, como Saúde, Educação e Segurança”, afirmou.
A Força Sindical, por sua vez, classificou a decisão como “irracional, nefasta e desastrosa”.
VO presidente da entidade, Miguel Torres, afirmou que os juros altos restringem o crédito, a produção e a geração de empregos.
O deputado federal Lindbergh Farias atribuiu a manutenção dos juros à pressão do mercado financeiro após a eleição presidencial.
“É inadmissível que, depois da derrota de seu candidato, a Faria Lima passe a torcer contra o Brasil e use os juros como instrumento de pressão sobre o governo eleito”, afirmou o parlam
ntar em postagem nas redes sociais.
Para o deputado, a decisão do Copom encarece o crédito e sufoca a produção.
Lindbergh também cobrou explicações do Banco Central sobre a interrupção do ciclo de cortes e defendeu investimentos em Indústria, Ciência e Infraestrutura.
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Brasília/DF - A manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) foi alvo de críticas do setor produtivo.
Entidades da Indústria e do Comércio apontam prejuízos à atividade econômica, ao crédito, aos investimentos e ao orçamento público.
O deputado Lindbergh Farias (PT/RJ) também criticou a decisão.
Em nota, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) classificou a decisão como equivocada e excessivamente conservadora.
Para a entidade, a manutenção dos juros elevados encarece o crédito, prejudica empresas e famílias e desacelera a Economia.
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O presidente da Confederação, Ricardo Alban (foto da postagem), defendeu a retomada dos cortes na próxima reunião do Copom, prevista para dezembro.
“É possível continuar diminuindo os juros em ritmo compatível com a convergência da inflação para a meta, sem impor à Economia um custo maior do que o necessário para assegurar a estabilidade dos preços”, afirmou.
A entidade também destacou o aumento do endividamento das famílias e a pressão sobre os custos de financiamento das empresas.
O Economista-Chefe da Apas (Associação Paulista de Supermercados), Felipe Queiroz, afirmou que os juros elevados prejudicam Comércio, Serviços e Indústria, além de limitar o consumo e os investimentos.
“Está na hora de o Banco Central adotar uma política monetária que tanto controle a inflação quanto não prejudique o ritmo de atividade econômica”, declarou.
Queiroz acrescentou que a taxa de juros é um impedimento ao crescimento econômico e citou a expectativa de expansão inferior a 2% neste ano.
A Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) criticaram a manutenção da Selic.
Para a presidenta da Contraf e vice-presidente da CUT, Juvandia Moreira, a política monetária amplia o endividamento e compromete recursos públicos.
“Quanto mais alta a Selic, maior também será a dívida do Estado, com menos recursos sobrando para o que importa, como Saúde, Educação e Segurança”, afirmou.
A Força Sindical, por sua vez, classificou a decisão como “irracional, nefasta e desastrosa”.
VO presidente da entidade, Miguel Torres, afirmou que os juros altos restringem o crédito, a produção e a geração de empregos.
O deputado federal Lindbergh Farias atribuiu a manutenção dos juros à pressão do mercado financeiro após a eleição presidencial.
“É inadmissível que, depois da derrota de seu candidato, a Faria Lima passe a torcer contra o Brasil e use os juros como instrumento de pressão sobre o governo eleito”, afirmou o parlam
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Para o deputado, a decisão do Copom encarece o crédito e sufoca a produção.
Lindbergh também cobrou explicações do Banco Central sobre a interrupção do ciclo de cortes e defendeu investimentos em Indústria, Ciência e Infraestrutura.
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